Sagu

Standard

No Brasil, esta receita é muito apreciada no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. É uma das receitas de sobremesa mais populares do Peru, onde costuma vir como cobertura do arroz-doce.

O sagu brasileiro é feito a partir da mandioca. Em outros países é feito tradicionalmente com alguma tipo de fécula.

Ingredientes para uma porção que serve 8 pessoas: 1 xícara de chá de sagu, 3 xícaras de chá de vinho tinto suave*, 3/4 de xícara de chá de água, 3/4 de xícara de chá de açúcar, 1/3 de pau de canela em rama e 3 cravos-da-índia

Em uma tigela, coloque o sagu, cubra com água filtrada e deixe descansar por uma hora.

Faltando 15 minutos para completar o tempo, coloque numa panela a água, o vinho, a canela, o cravo e o açúcar. Leve ao fogo alto e junte o sagu assim que ferver. Mexa todo o tempo para que não grude no fundo até que as bolinhas fiquem transparentes. Se começar a secar, acrescente um pouco de água fervente, de modo a que o sagu fique imerso em uma calda como a das compotas.

Desligue o fogo e deixe esfriar por 30 minutos em temperatura ambiente.

Transfira para a tigela que irá servir e, assim que esfriar, cubra com plástico filme e leve à geladeira por 30 minutos. Se preferir o sagu mais pastoso, leve-o imediatamente à geladeira para firmar.

Sirva gelado acompanhado do creme inglês. Veja aqui a receita.

*o vinho tipo suave deixa a sobremesa mais doce

Polenta assada com ragu de cordeiro

Standard

Esta combinação divina de cordeiro com polenta de milho é ideal para vir servida no fim da noite arrematando a rodada de petiscos. Como entrada, em pequena quantidade, pode anteceder um prato consistente (como ossobuco), servido como prato principal. E, claro, pode ser o prato principal da noite, apresentada em grande estilo e acompanhada de um vinho encorpado.

Prepare um  ragu de cordeiro. Veja aqui a receita. Adapte a quantidade conforme for servir como petisco (uma colher de sobremesa para cada disco) ou prato principal (150 gr. por pessoa).

Polenta assada

Ingredientes para 6 pessoas : 2 xícaras de água + 1 xícara de caldo de legumes caseiro (veja aqui), 1 colher de sopa de manteiga (ou ghee) e 1 xícara de fubá de milho (ou polenta instantânea). Sal a gosto (um pouquinho de pimenta do reino branca vai bem) e um ramo de hortelã para decorar.

Em uma panela média, ferva a água e o caldo juntos. Misture a manteiga (ou ghee). Quando tornar a ferver, vá misturando o fubá, aos poucos, mexendo todo o tempo para não empelotar. Prove o tempero e verifique se o fubá está cozido. A consistência é mediana – não pode ser nem muito dura, nem muito líquida (a polenta instantânea fica pronta mais rápido).

Se for servir em panelinhas ou como prato principal – em ponto de purê -, está pronta!

Caso sirva como petisco, faça discos pequenos e firmes.
Unte uma forma tipo assadeira e despeje a polenta. Leve à geladeira por, ao menos, 4 horas, coberta com um filtro plástico, para firmar.

Depois desse tempo, use um cortador de massa (ou um copo pequeno), para fazer os disquinhos de polenta (foto). Polvilhe fubá dos dois lados e reserve.

Tome uma assadeira untada e distribua os disquinhos. Leve-os ao forno pré-aquecido a 200 graus por 10 minutos ou até dourar. Retire-os com cuidado e vire-os para dourar do outro lado.

Retire novamente do forno e coloque uma colherada de ragu no centro, deixando um espaço nas bordas. Enfeite com um raminho de hortelã ou alecrim. Um pouco antes de servir, leve ao forno por mais 10 minutos só para aquecer.

 

Atum grelhado com crosta de gergelim

Standard

O atum é um dos peixes mais nobres e conceituados da gastronomia internacional. Em seu preparo, o que o difere dos outros peixes – e isto é muito importante – é o ponto de cozimento: quase cru, no máximo, rosado. Portanto, se você não gosta de peixe cru, desista do atum. Mas se é um bom gourmet, com paladar sofisticado, experimente esta receita. Vai adorar e querer comer sempre o peixe suculento e tenro!

Compre na peixaria o filé de atum inteiro, que deve apresentar diâmetro e cor semelhantes a um lombo de porco de tamanho médio. Resfrie a carne no congelador para conseguir cortar os filés com perfeição – marque 2 dedos e corte reto, perpendicular ao sentido das fibras da carne ( como se corta um tornedor de filé mignon). Passe uma fina camada de sal de todos os lados de cada filé,  de 15 minutos a meia hora antes de prepará-lo para servir em seguida.

Torre o gergelim branco e o preto em quantidade suficiente para envolver todos os filés de atum.

Prepare um pesto com azeite extra-virgem, um macerado de ervas frescas ( salsinha e cebolinha verde/ pode por um pouquinho de hortelã) e uma pitadinha de sal.

No fogo alto, aqueça uma frigideira antiaderente. Assim que esquentar, coloque os filés de atum. Observe a lateral das peças: quando metade da altura tiver mudado de cor, vire os filés. Fique de olho: assim que observar gotículas sobre a carne, como se estivesse suando, a carne está no ponto certo, ou seja, semicrua por dentro. Neste ponto, os filés devem estar ligeiramente corados. Retire-os da frigideira, envolva-os primeiro no pesto e depois passe de um lado e outro no gergelim. Volte para a frigideira apenas para dar uma tostada rápida. Está pronto!

Sirva, de preferência, com uma salada de rúcula e alfaces, temperada com aceto balsâmico, shoyo e azeite. Pode acrescentar tomates confitados e cogumelos salteados.

Dica: para cortar os filés de atum de forma regular deixe-o no freezer até ficar duro. Corte reto no sentido transversal, marcando para cada filé cerca de de 3 cm ou 2 dedos.Veja o atum cru:

 

Tomates confitados

Standard

Além de ser excelente e essencial para a saúde, tomates confitados são deliciosos para se comer com pão em qualquer ocasião. Tê-los já prontos na geladeira é um recurso que você pode usar para completar uma salada, fazer uma massa rápida como Penne ou Spaghetti à Primavera e ainda acompanhar um peixe grelhado. Para quem optou por levar uma marmita saudável para o trabalho é um coringa e tanto.

O melhor tomate para confitar é o do tipo italiano. É importante estarem maduros e perfeitos. Conserve sempre a pele por ser onde se concentra o licopeno que é anticancerígeno. Há quem faça a receita com as sementes, mas eu prefiro retirá-las para prevenir obstrução no apêndice.

A receita que se segue é a maneira de se fazer os tomates confitados no Sul da Itália. Lave bem os tomates, seque-os e corte-os ao comprido em cruz ou quatro partes. Retire as sementes. Coloque-os em uma forma, salpique uma fina camada de sal e de açúcar e coloque-os por um tarde inteira no sol (se possível). Depois de bem secos, passe-os para uma travessa refratária untada com azeite de oliva extra-virgem, de boa qualidade. Passe um fio de azeite sobre os tomates e leve-os para cozinhar no forno brando ( 100 graus no máximo) por 15 a 20 a minutos ou até que comecem a querer enrugar. Passe-os para uma travessa funda entremeando os tomates com alho picadinho e folhas de manjericão. Deixe por no mínimo 4 horas na geladeira antes de servir.

Se for  deixar na geladeira como conserva, coloque-os em um vidro de boca larga bem esterilizado e bem tampado. Ao servir, pode juntar azeitonas pretas tipo azapa, se for servir na salada ou como aperitivo.

Shitake salteado

Standard

Aperitivo ou guarnição, esta receita de cogumelos salteados é rapidíssima de fazer e muito saborosa, pois conserva toda a suculência do shitake. Também pode ser preparada com champignon-de-paris ou cogumelo portobello.

Limpe os cogumelos com um guardanapo. Tire o talo e corte em lâminas. Coloque um pouco de água em uma frigideira e leve ao fogo com os cogumelos. Assim que a água ferver, deixe por mais três a cinco minutos e então escorra a água.

Misture em uma xícara: 1 colher de sobremesa de azeite de oliva + 1 colher de sobremesa de shoyo ( molho de soja) + 1 colher de café de mel ( para uma bandeja média de cogumelos). Pique cebolinha que dê 1 colher de sobremesa.

Salteie os cogumelos com a mistura de temperos. Salpique a cebolinha cortada e sirva imediatamente.

 

 

Carne desfiada para tira-gosto

Standard

Deu vontade de comer comidinha de bar em casa? Ponha a cerveja para gelar e, já tendo uma carne pronta na geladeira, em cinco minutos você prepara esta receita.

Desfie a carne assada já pronta (veja aqui a receita) e incremente com um molho de pimentões e azeitonas para servir de aperitivo para acompanhar cervejas e caipis. É muito fácil, rápido e vai fazer sucesso!

Para o molho: pimentões, cebola (branca, roxa ou das duas), azeitonas, passas, azeite, alho, sal, açúcar, louro em pó, pimenta do reino moída.

Desfie a carne.

Corte os pimentões e as cebolas em fatias finas. Pique as azeitonas e o alho. Coloque as passas dentro de uma xícara com rum ( pode ser vinho ou suco de uva) para hidratarem.

Aqueça um pouco de azeite em uma frigideira, doure o alho, a cebola e os pimentões. Assim que estiverem macios, junte as passas escorridas e as azeitonas. Tempere com uma pitada de sal, outra de açúcar, pimenta do reino e louro. Misture tudo. Adicione mais azeite e misture a carne. Mexa até que tudo esteja bem misturado.

Sirva fria acompanhada de pão.

Pão com psyllium sem glúten 

Standard

Para quem faz pão sem glúten em casa, oferecemos várias receitas como o pão de batata doce, o de aveia, o de linhaça e sementes e o australiano. Agora apresentamos mais uma nova receita na linha de pães saudáveis.

O Psyllium é uma fibra natural feita a partir das cascas de sementes das espécies Plantago ovata, Plantago arenaria e Plantago indica.  Por absorver umidade, o psyllium ajuda na textura e na elasticidade da massa – portanto imita a função do glúten tornando os pães sem glúten mais úmidos e macios.

Além disso, ao psyllium são atribuídos os seguintes benefícios: auxilia na desintoxicação; ajuda a diminuir o LDL (colesterol ruim) e aumentar o HDL (colesterol bom); regula o intestino aliviando prisão de ventre ou diarreia além de tratar a síndrome do intestino irritável e outros problemas intestinais. Também pode ajudar a regular os níveis de açúcar no sangue em pessoas com diabetes.

Pão com psyllium sem glúten 

Ingredientes: 2 colheres de sopa de psyllium, 10 gr. de fermento biológico seco e 1 colher de sobremesa de açúcar demerara ou mascavo. Secos: 2 xícaras de chá de farinha de arroz + 1 xícara de chá de fécula de batata (ou 3 xícaras de mix de farinhas sem glúten*), 4 colheres de sopa de polvilho doce, 1 colher de chá de sal rosa. Molhados: 2 ovos, 50 ml. de azeite de oliva e 1 colher de chá de vinagre de maçã.

Em uma vasilha, coloque o psyllium para hidratar mergulhado em 1 ½ xícara de chá de água. Misture e deixe virar uma geleia.

Em outra vasilha, misture o fermento biológico seco com o açúcar demerara e dilua-os em 3/4 de xícara de água morna. Espere espumar para ativar.

Misture os ingredientes secos e acrescente os líquidos. Adicione a geleia de psyllium e o fermento já ativado. Misture bem até obter uma massa homogênea.

Se quiser, pode misturar sementes como gergelim, linhaça, sementes de abóbora e de girassol.

Unte uma forma de pão com um pouco de óleo e despeje a massa. Deixe descansar por 20 minutos. Pré-aqueça o forno a 180 graus.
Se quiser, antes de colocar no forno pode pincelar o pão com uma gema e decorá-lo com sementes.

Leve ao forno por 45 minutos ou até verificar que está bem assado. Deixe esfriar antes de partir.

* Para esta receita é recomendável usar o mix da Beladri ou da Amina

Obs: no pão da foto principal foram usadas sementes.

Dica: faça o pão na forma retangular para ficar no formato de pão de forma. Você pode enrolar inteiro (ou em parte) no filtro plástico, colocar no saco plástico, fechar e guardar no freezer por tempo indeterminado. Depois de descongelado, conserve-o na geladeira, esquentando as fatias na torradeira quando for consumir. Veja: