Cordeiro, coelho e javali

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A carne de cordeiro é a preferida e considerada a mais nobre nos países árabes, sendo muito apreciada na Europa. No Brasil, ainda é pouco consumida e por isto é mais cara que a bovina. Muita gente pensa que não gosta de carne de cordeiro mas, tenho certeza, comeu uma mal preparada. Aqui ensinamos a fazer receitas fáceis e deliciosas. Experimente sair da rotina e prepare algo diferente!

Outras carnes deliciosas – desde que bem preparadas – e também pouco consumidas no Brasil – são as de coelho e de javali. Veja, depois das receitas de cordeiro, as nossas receitas prediletas com essas carnes.

CORDEIRO

Receitas tradicionais 

Costelinhas de cordeiro ao molho mostarda

Paleta de cordeiro ao forno

Pernil de cordeiro assado 

Picanha de cordeiro na brasa

 

Receitas internacionais 

Costeletas de cordeiro assadas à Bruxelas

Cordeiro marroquino na tagine

Stinco de cordeiro à moda turca

Cordeiro com favas, figos e amêndoas (Istambul)

 

Nossas receitas

Costeletas de cordeiro grelhadas ao alecrim

Costeletas de cordeiro grelhadas ao molho de vinho

Pernil de cordeiro ao molho de vinho 

Pernil de cordeiro assado à mineira

COELHO

Coelho ao caçador

Coelho ao molho de cerveja (Bruxelas)

 

JAVALI

Ragu de carne javali 

Carne de porco

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Pouca gente sabe que a carne de porco tem menos gordura do que as carnes de frango e de boi e até de alguns peixes. Isso porque, na carne de porco, a gordura não vem entremeada na carne. Como vem separada, se quiser comer a carne magra é só retirar a gordura! Porém, retirando a gordura retira boa parte do sabor, pois o que dá sabor e deixa a carne macia é justamente a gordura! Aconselho então a cozinhar a carne com a gordura e, depois da carne pronta, retirá-la. Assim a carne ficará macia e saborosa e evita-se o excesso de gordura. Veja as nossas receitas com lombo, lombinho, costelinha, copa e joelho.

Aperitivos e Entradas:

Linguicinha na cidra

Linguicinha ao molho de vinho

Desfiado de lombo com frutas secas

Tiras de lombinho aceboladas flambadas na cachaça

 

Prato principal: 

Bife de lombo acebolado

Chuleta (ou bisteca) de porco ( Espanha)

Lombo de porco à mineira

Lombo assado com presunto, queijo, abacaxi e creme bechamel

Lombo com damasco e especiarias

Copa de lombo com molho especial de frutas

Joelho de porco

Feijoada magra

Cocido Maragato ( Espanha) 

Arroz com suã (costelinha)

Raviolis recheados com lombo

Vermicelli com lombo agridoce (Tailândia)

 

Carne bovina

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A carne bovina é bastante consumida em nosso país, sendo a preferida das populações de todo o vasto interior do Brasil, com exceção da Amazônia. Os principais cortes que usamos nas nossas receitas são: filé, alcatra, patinho, chã de dentro, lagarto e ossobuco.

Iniciamos o capítulo com as dicas de cortes mais conhecidos do filé: rosbife, chateaubriand, tornedor, medalhão, escalope, iscas ou tiras ( para strogonoff), cubos médios ( carne cozida) e cubos pequenos (picadinho).

Dica de corte de filé mignon

 

Receitas tradicionais 

Rosbife de frigideira

Tornedor ao molho de jaboticaba

Medalhão de filé

Bife alto ao ponto

Escalope de filé ao molho de cogumelos

Escalope de filé ao molho mostarda

Bife à parmegiana

Carne de panela das antigas

Picadinho de filé 

 

Bife rolê

Lagarto frio com molho tipo vinagrete

Almôndegas ao molho

Escondidinho

Hamburguer

Panqueca

Molho bolognesa

Carne de sol, charque e carne seca

Moranga com carne seca

 

Receitas internacionais 

Boeuf Bourguignon (França)

Boeuf Bourguignon de Paul Bocuse

Carbonade Flamande (Bélgica)

Chucrute ( Hungria)

Goulash ( Hungria)

Lomo (filé) saltado ( Peru)

Beef Khmer (Camboja)

Beef Wellington ( Inglaterra)

Iscas de filé à moda oriental

Strogonoff de filé ( Rússia) 

Ossobuco de vitela ( Itália)

Ossobuco alla Cremolata( Itália)

Costela de boi ao molho de vinho e especiarias ( África do Sul)

Ragu à italiana

Involtine di zucchini (Itália) 

Torta de carne do Café en Seine ( Irlanda) 

 

Nossas receitas

Filé recheado com tomates secos e queijo gruyère

Filé recheado com cogumelo, presunto cru e geleia de frutas vermelhas

Filé recheado com pasta de grão-de-bico e presunto cru

Filé na massa folhada com cogumelos

Filé na massa folhada com presunto cru, espinafre e cogumelos

Filé em iscas ao molho de cogumelos e tomatinhos com pasta

Carne de panela com cerveja e especiarias

Lagarto com molho de tomate

Ossobuco ao Carmenère

Bolo de carne

Brochette de almôndegas e legumes

Aves – Pato

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A carne de pato é muito mais saborosa do que a do frango. No entanto, é pouco consumida no Brasil. Como o consumo é muito baixo, são poucos os produtores, o que torna o seu valor muito mais caro que o do frango. Muitas das pessoas que experimentam comer pato acham a carne dura, mas é porque pouca gente sabe prepará-lo da forma correta. Para começar, há dois preparos muito diferentes: o peito de pato apenas selado* ( a carne vem ao prato bem vermelha) e o pato cozido e/ou assado.

*O famoso magret de canard é a carne do peito do pato cortada junto com a camada de gordura, que é selada inteira em uma frigideira e servida mal-passada e fatiada.

Todas as nossas receitas de pato aqui apresentadas foram feitas a partir do pato cozido na panela de pressão. Assim, veja primeiro a nossa dica de como cozinhar o pato.

Dica para cozinhar o pato

Receitas tradicionais 

Cassoulet de canard ( França)

Arroz de pato ( Portugal)

Paella de pato ( Espanha) 

Risoto de pato

Nossas receitas

Pato à Marraquesh

Peito de pato com tâmaras e purê de maçãs (veja também como fazer o Magret de canard)

 

 

Frango

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A carne de frango é um dos alimentos proteicos mais consumidos no mundo. A criação de frangos, para consumo alimentar, foi introduzida no Brasil Colônia pelos portugueses. Pela facilidade de engorda e abate, essas aves acompanharam os bandeirantes em suas entradas pelo interior do Brasil. Por isso, algumas das nossas receitas de frango têm sido transmitidas através de gerações, desde há mais de trezentos anos. Por ter um preço bastante acessível, o frango está presente, diariamente, na mesa de todos os brasileiros. Selecionamos nossas receitas de família e outras da culinária internacional para você variar do seu frango do dia-a-dia.

 

 Receitas básicas de frango:

Aprenda a fazer um frango macio e suculento

Frango de panela à mineira

Frango refogado e desfiado básico para receitas

Molhos para acompanhar frango grelhado:

Acrescente um sabor especial ao seu peito de frango grelhado

Peito de frango ao molho de cogumelos

Peito de frango ao molho de ervas

Peito de frango ao molho gorgonzola

Peito de frango ao molho de laranja

Receitas tradicionais:

Frango à caçarola

Frango com quiabo

Kenga

Frango assado com mel e mostarda

Galeto assado na cerveja

Receitas internacionais:

Asinhas de frango agridoce ( chino-peruana)

Coq au vin (França)

Frango à Creole ( Louisiana/ EUA)

Strogonoff de frango (Rússia)

Galeto assado na cerveja Kriek (Bélgica)

Nossas receitas:

Empadão de frango da vovó

Espetinho de frango com pimentões

Frango assado com batatas e cebolinhas baby

Frango ao curry com uvas e maçãs

Frango ao molho rosado

Frango Ricoleta

Peito de frango recheado 

Frango assado com bacon na cerveja

Frango assado com tomatinhos

Frango recheado com queijo e tomate

Polenta com frango ao vinho desfiado

Frutos do mar

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Na categoria Frutos do Mar, incluímos as receitas com camarão, lagostins, lula, polvo, vieiras e as receitas que juntam alguns desses ingredientes e ainda peixe. Além de pratos de frutos do mar preparados com molhos dos mais variados, veja também as receitas de saladas, entradas, pastas e risotos. Escolha entre algumas das mais famosas receitas  brasileiras ou internacionais. Para inovar, ouse experimentar as receitas criadas por nós!

Receitas tradicionais brasileiras

Bobó de camarão

Camarão na moranga

Moqueca

Surubim com molho de camarões ao coco

Receitas internacionais

Paella Valenciana ( Espanha)

Risotto ai frutti di mare (Itália)

Pad Thai (Tailândia)

Camarão agridoce ao tamarindo (Kan Lu Watan – comida chifa do Peru)

Camarão com quiabo e milho (Jamaica)

Camarão ao curry no coco (Tailândia)

Camarão com noodles (Tailândia)

Crevette à pomme d’or ( camarão com maçãs) (França)

Arroz com camarões no abacaxi (Tailândia)

Risoto de camarão com aspargos verdes (Itália)

Lagostins e lulas ao molho picante ( Tailândia)

Polvo à galega ( Espanha)

Polvo com tomate (Espanha)

Arroz de polvo ao vinho ( Portugal)

Vieiras com aspargos e ovo poché (França)

 

Receitas criadas por nós

Caldinho de moranga com camarões

Ceviche misto 

Salada de frutos de mar e terra

Salada de lulas marinadas

Penne com salmão, cogumelos e alcaparras

Ravioli de muçarela ao creme de aspargos e camarões flambados

Tagliatelle ao pomodoro com camarões

Risoto com camarão, cogumelo e aspargos

Vieiras sobre creme de espinafre

Bacalhau

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Bacalhau é o nome dado a várias espécies de peixes, classificados em vários gêneros. O mais conhecido é o gênero Gadus. Em sua maioria, são provenientes das águas geladas dos mares do Norte, especialmente do Oceano Báltico, que banha as costas da Noruega, maior produtor do mundo. Dos peixes salgados que o Brasil importa, o melhor é o Porto Imperial (Gadus morhua), seguido do Bacalhau do Porto ( Gadus macrocephalus). Como as costas de Portugal são muito ensolaradas e ricas em sal, desde séculos, os peixes são para lá levados para serem processados, ou seja, secos e salgados. O nome Porto é devido ao fato desta cidade ter sido o maior porto exportador do produto para o Brasil.

Neste capítulo, veja as receitas tradicionais e as outras receitas criadas por nós.

Dicas sobre como preparar o Bacalhau para a sua receita

 

Receitas tradicionais de origem portuguesa

Salada de bacalhau

Salada de bacalhau com feijão fradinho

Bacalhoada

Bacalhau a Brás

Bacalhau a Gomes de Sá

Bacalhau a lagareiro

Bacalhau com natas (creme de leite)

Bacalhau com crosta de broa

Bacalhau a Vera Cruz

 

Receitas criadas por nós

Bacalhau rápido assado com legumes

Bacalhau rápido assado com pimentões

Bacalhau ao creme de três batatas

Bacalhau bem brasileiro ( com abobrinhas)

Bacalhau à francesa com cogumelos

Bacalhau à galega ( com grão-de-bico)

Bacalhau à Isabela ( com tortinha de batatas)

Tortinha de bacalhau com caldo de feijão

 

Receitas de família e dos amigos

Torta de bacalhau da mamãe

Bacalhau do Alcimar

 

 

Peixes

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Comer peixe é bastante recomendado pelos nutricionistas. Aqui estão algumas receitas fáceis de fazer, tanto para o seu dia-a-dia como para uma ocasião especial.

As receitas com salmão são para ser feitas, preferencialmente, com salmão ou truta salmonada. Quanto às receitas com outros peixes – como linguado, dourado, pescada, robalo, tilápia, etc.- poderá fazê-la com um peixe similar.

Veja também as receitas com bacalhau e com frutos do mar ( camarão, lula, polvo, vieiras, etc.)

PEIXES

Filé de peixe – grelhar, fritar ou assar?

Ceviche de peixe do La Mar ( Peru)

Escabeche de peixe

Salmão com aspargos e arroz de brócolis

Salmão à Belle Meunière

Salmão crocante ao mel e mostarda

Salmão com crosta de ervas

Salmão com crosta de amêndoas ou com crosta de gergelim

Filé de peixe à Provençal (tomate e alho)

Filé de peixe assado com cogumelos, alcaparras e tomatinhos

Badejo ao molho de maracujá e pimenta rosa

Robalo com cebolas e tomates cereja

Robalo com crosta de pistache

Tilápia com crosta de macadâmia

Peixada com molho de camarão

Surubim com camarão

Tambaqui recheado com ervas e assado ( Amazônia)

Tucunaré de Marabá ( Pará/ Brasil)

Truta salmonada assada com tomates (Peru)

Badejo ao molho de camarão com ají picante ( Peru)

Peixe à Hanoi ( Vietnan)

Peixe à Cambojana ( Amok Fish)

 

Guarnição

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Chamamos de guarnição os pratos quentes que acompanham peixes, aves ou carnes. Há também opções veganas e para intolerantes a glúten e a lactose.

Neste capítulo reunimos pratos como purês, suflês, farofas, legumes recheados e assados, e outros, elaborados com abobrinha, abóbora, alho poró, banana, beringela, cogumelos, couve, cuscuz de legumes, espinafre, feijão, jiló, milho, ovos e pimentão e tomate.

Veja também os capítulos de: saladas, saladas light, arroz e risotos e de receitas com batatas.

Abobrinha grelhada

Purê de abóbora moranga

Suflê de alho poró 

Purê de banana da terra

Beringela a milanesa

Beringela a napolitana

Beringela a parmegiana

Canoinha de beringela

Cogumelos Portobelo recheados

Cogumelo com tofu e tomate seco

Couve a mineira

Cuscuz

Bolinho de espinafre

Creme de espinafre

Suflê de espinafre e parmesão 

Feijão

Feijão tropeiro

Tutu de feijão

Jiló recheado acebolado

Lentilhas

Creme de milho

Ovo frito

Ovos mexidos

Farofa de ovos

Farofa de biju de milho

Farofa de banana

Pimentão recheado com beringela

Pimentão recheado com quinoa e legumes

Quinoa com trigo tipo risoto 

Caçarola de quinoa, ervilha de folha e ovos

Risoto de quinoa com legumes

 

Suflê de legumes sem glúten e lactose

Tomate recheado com quinoa e atum 

 

 

Batata

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Batata é uma unanimidade, difícil quem não goste! Originária dos Andes sul-americanos, foi levada à Europa pelos colonizadores espanhóis. A princípio, foi considerada um alimento impróprio e impuro, só porque crescia debaixo da terra. Porém, segundo a lenda, Antoine Parmentier, agrônomo e chef do rei Luiz XV, introduziu-a na França, com sucesso, por volta dos anos 1770. Desde então,  tornou-se tão popular que hoje é o quarto alimento mais consumido no mundo!

 

Veja nossas receitas:

Batata como aperitivo

Causa peruana

Papas bravas espanholas

Salada alemã de batatas

Batata frita

Batata palha

Batata dourada

Batata gratinada

Batata ao murro portuguesa

Purê de batata inglesa

Purê de três batatas

Tortilla de batatas espanhola

Gnocchi ou nhoque

Escondidinho

 

Ver também:

Saladas

Caldos, cremes e sopas

Caldo de moranga com camarões

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É incrível a versatilidade deste caldo, ou creme, que pode ser feito com abóbora moranga, abóbora paulista ou abóbora japonesa (a denominação pode variar dependendo do lugar). Pode ser servido quente, no inverno, dentro da moranga ou em cumbucas ( para não esfriar) e também fica ótimo servido frio, em taças, no verão. Fica sofisticado e delicioso feito com camarões, especialmente se flambados, em uma versão afrancesada. À mineira, o caldo é feito apenas com abóbora e depois de pronto acrescenta-se carne seca desfiada e cebolinha verde. Experimente as variações sugeridas.

Caldo de moranga com camarões e outras variações

Ingredientes para 4 pessoas: 400 gr. de abóbora moranga, já sem a casca e o miolo entranhado com as sementes. Calcule de 4 a 8 camarões por pessoa, dependendo do tamanho. Mais: 3 colheres de óleo, manteiga ou azeite, 1 cebola grande picada, 1/3 de pimentão vermelho e a mesma quantidade de pimentão amarelo, também picados, 1 colher de chá de sal com alho. Temperos: sal, pimenta e especiarias a gosto e à escolha.

Variações para acrescentar ao caldo depois de pronto:

– 1 xícara de café de leite de coco e raspas de gengibre, se quiser dar um toque baiano. Capriche na pimenta malagueta.

-1 xícara de café de creme de leite ou de requeijão de copo, se quiser um toque francês. Tempere com pimenta do reino branca e noz moscada.

– 1 colher de café (ou de chá) de curry, outra de açafrão e raspas de gengibre, se quiser um gostinho indiano.

– outro tempero ótimo: uma pitada de páprica doce.

Se for fazer a receita com camarões, o primeiro passo é temperá-los ( já limpos, claro) com antecedência de uma hora (antes de começar a fazer o caldo) com sal e limão. Depois de meia hora no tempero, coloque-os na peneira para escorrer a água. Obs.: se ficarem com água na hora de fritar, irão ficar borrachudos.

Cozinhe e pique a abóbora.

Escolha a panela onde vai fazer o caldo. Esquente 2 colheres de azeite e frite os camarões, já bem escorridos, até ficarem vermelhos. Se der água, retire-a e reserve (depois, acrescente-a de novo ao caldo cozido). Se for fazer a versão afrancesada, flambe-os com 1 concha rasa de conhaque aquecido. Retire os camarões e reserve-os.

Na mesma panela, acrescente mais azeite, frite a cebola, os pimentões picados e o sal com alho, nessa ordem. Raspe bem o fundo da panela até limpar a borra do camarão (se precisar, pingue água quente). Acrescente a abóbora já cozida, junte água quente (cerca de 2 xícaras), deixe fervendo, em fogo baixo, até que fique tudo bem cozido e abóbora tenha desmanchado. Deixe esfriar um pouquinho e bata no liquidificador até obter um caldo bem homogêneo.

Volte com a caldo para uma panela limpa, junte mais água quente se precisar ralear, tempere e acrescente os ingredientes que quiser* (veja as variações) Junte os camarões e deixe ferver para misturar o gosto. Volte a esquentar antes de servir.

* exceto creme de leite, que só deve ser misturado um pouco antes de servir.

Arroz, risotos e outros

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Arroz é o alimento mais consumido no mundo. No Oriente, o arroz faz parte da alimentação básica, correspondendo, em alguns países mais pobres, a mais da metade do alimento consumido diariamente. No Brasil, também faz parte da alimentação básica diária. O prato brasileiro tradicional – o famoso PF – tem arroz, feijão, ovo, carne e salada.

Neste capítulo, apresentamos algumas das receitas mais tradicionais brasileiras e internacionais, como o famoso risotto italiano e a paella, bastante apreciados no Brasil.

ARROZ

Receita básica de arroz

Montinho de arroz perfeito

Arroz com brócolis

Arroz de carreteiro

Arroz com suã ( costelinha de porco)

Arroz de pato

Arroz de polvo ao vinho

Arroz com lentilhas

Arroz com grão-de-bico

Arroz frito ( receita do Sudeste Asiático)

Arroz tailandês com camarões, servido no abacaxi

 

RISOTO ( Risotto, em italiano) 

Risotto – regras básicas

Risoto de alcachofras com linguicinha

Risoto ao açafrão

Risoto ao limão siciliano

Risoto de abobrinha e queijo minas e outras variações

Risoto de aspargos

Risoto de cogumelos silvestres

Risoto negro de cogumelos ao vinho

Risotto ai funghi ( com carne cozida e cogumelo secos)

Risoto com camarões e aspargos verdes

Risoto com cogumelos, camarões e aspargos

Risotto ai frutti di mare ( risoto de frutos do mar) 

Risoto de pato

 

PAELLA

Paella Valenciana

Paella de legumes espanhola

Paella de pato à espanhola

 

OUTRAS RECEITAS

Mexido

Bolinho de arroz

Canja de galinha

 

 

Torta Amanditas

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Minha família ama essa torta e é tão fácil de fazer que você pode deixar as crianças mostrarem seus dotes culinários precoces na cozinha. Alguma coisa útil e divertida para fazer nas férias escolares! A mesma receita pode ser feita com bombom tipo Sonho de Valsa, com Kit-Kat , com Bis e outros assemelhados.

Torta Amanditas

Primeiro separe os ingredientes:

Para o creme branco: 200 gr. de leite condensado, 200 gr. de creme de leite, 2 ½ xícaras de leite, 2 colheres de sopa de farinha de trigo, 1 colher de sopa de manteiga sem sal derretida no micro ondas, 1 colher de café de extrato de baunilha.

Para o creme de chocolate: 200 gr. de creme de leite, 200 gr. de chocolate meio-amargo (40%)

Para finalizar: 1 caixa de amanditas e raspas de chocolate.

Comece torrando a farinha de trigo em uma frigideira. Na verdade, não é torrar, basta espalhar a farinha na frigideira e dar umas sacudidelas sobre o fogo. Assim que começar a mudar a cor, para bege claro, e você sentir o cheirinho gostoso da farinha torrando, desligue e retire, imediatamente, da frigideira.

Misture em uma panela: a farinha torrada, a manteiga, o leite, o leite condensado, o creme de leite e o extrato de baunilha. Depois de bem misturado, leve ao fogo baixo, mexendo sempre, até formar um creme homogêneo. Se encaroçar, não fique triste, é só usar o mixer!

Agora prepare o creme de chocolate: tome uma travessinha refratária, quebre a barra de chocolate em pedaços e leve ao forno micro ondas por um minuto. Verifique se derreteu, se não, mexa e volte ao forno por 20 ou 30 segundos. Cuidado para não queimar. Retire do forno e misture com o creme de leite.

Corte as amanditas em quatro partes. Se for usar outro tipo de bombom, corte-o em pedaços. Raspe um pedaço de uma barra de chocolate para a cobertura da torta (opcional). Pode também usar aquelas bolinhas de chocolate ou M&Ms.

Escolha a travessa que irá servir a torta. Forre o fundo com a metade do creme branco. Espalhe, por cima, metade das amanditas. Cubra com a metade do chocolate. Repita, colocando o restante do creme branco, do creme de chocolate e cobrindo com as amanditas e as raspas de chocolate. Leve à geladeira por, no mínimo, quatro horas antes de servir.

Massas

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Apresentamos as receitas de pastas (ou massas, como se diz no Brasil), divididas em duas categorias  principais: feitas com pastas industrializadas (secas ou frescas) e feitas com massa feita em casa, a partir de farinha de trigo e ovos.

A- Pastas industrializadas (as que você compra prontas)

Dica: cozimento de pastas

B – Pastas caseiras (para você fazer a massa em casa)

Dica: como fazer pasta caseira

Cada receita apresenta um molho diferente. É importante saber que a maioria desses molhos pode ser servida com outros tipos de massas. Varie as combinações e terá infinitas receitas!

A – Pastas industrializadas

  1. Para servir com molhos: 

Dica: molho bechamel ( ou branco)

Dica: molho de tomates caseiro

 

Nossas receitas: 

Fettuccine a Carbonara

Fettuccine ao molho branco de limão siciliano

Lasagna com molho bechamel e molho de carne

Lasagna com  frango e muçarela

Penne ao molho de camarões

Penne ao molho vermelho de salmão, cogumelos e alcaparras

Penne ao bechamel com alcachofras e presunto de Parma

Penne ao molho vermelho de carne e alcachofras

Ravioli de muçarela ao creme de aspargos verdes e camarões flambados

Rondelli recheado com queijo ao molho bechamel gratinado

Spaghetti Primavera

Spaghetti a bolognesa

Spaghetti ao molho de tomates com camarões, alho poró e alcaparras

Tagliatelle ao molho bechamel com cogumelos

Tagliatelle ao brócolis e funghi (cogumelos secos)

Tagliatelle ao pomodoro (tomates) e camarões

Spaghetti a Salermitana

 

3. Com pasta de arroz:

Pad Thai tailandês

Vermicelli tailandês com lombo, coco, manga e curry verde

 

3. Para rechear:

Canelone gratinado aos quatro queijos

Conchiglione ao bechamel gratinado recheado com queijo e ervas

Conchiglione recheado com ragú de cordeiro

 

Algumas das receitas abaixo podem também ser feitas com pastas frescas compradas prontas:

B- Pastas caseiras:

Gnocchi ou Nhoque?

Gnocchi de beterraba ao pesto de sálvia

Gnocchi de mandioquinha salteado com ervas finas

Fettucine verde ao creme de ricota

Lasagna recheada com ragú de cordeiro e pesto de hortelã

Pappardelle com ragú de ossobuco

Pappardelle com ragú de javali

Ravioli recheado com lombo de porco ao molho bechamel

Ravioli recheado com banana-da-terra ao azeite e sálvia

Ravioli de espinafre com recheio de muçarela ao molho bechamel com alho poró

Rosas (tipo capeletti) de beterraba recheadas com queijo

Tortelli (ou tortei) de moranga com queijo ao molho cremoso de tomate seco

 

Gnocchi ou Nhoque?

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O brasileiro já se apropriou do Gnocchi italiano e até mudou a grafia, adaptando-a à nossa pronúncia: nhoque. O nome gnocchi é na verdade plural de gnoccho, que significa algo como um pedaço de massa sem forma ou caráter específico. Por exemplo, dizer que uma pessoa é um gnoccho , não é nenhum elogio. Assim como outros grandes clássicos da cozinha italiana, o gnocchi era comida de campesinos, gente simples. E leva ingredientes também simples: batata, farinha e ovo. É típico do Norte da Itália, região fria e longe do mar, onde os produtos da terra são mais comuns. A receita de hoje é básica, o que varia é o molho. Usualmente, na Bologna comem o Gnocchi com ragu e em Gênova, com pesto.

Por aqui já temos versões de abóbora, mandioquinha, banana… Mas antes de inventar moda vamos ao básico:

Gnocchi básico

Limpe bem uma bancada lisa e separe uma panela grande e uma escumadeira e, se tiver, um amassador de batatas.

Ingredientes para 2 pessoas: 3 batatas, 1 xícara de chá de farinha de trigo, 1 ovo, 1 colher de café de sal.

Cozinhe as batatas com o mínimo de água possível, despele-as e amasse-as ainda mornas. Misture com o ovo e o sal. Amasse bem e vá acrescentando a farinha aos poucos, até formar uma massa uniforme com consistência suficiente para enrolar.*

Coloque a panela com bastante água para esquentar.

Polvilhe a bancada com um pouco de farinha e divida a massa em duas ou três bolotas com 4 dedos de largura. Tome cada uma delas e enrole até formar um rolo (ou mais de um) com aproximadamente 2,5 cm de diâmetro. Corte-o em pedacinhos também de 2,5 cm. Faça as ranhuras características com ajuda de um garfo – veja fotos.  Quando estiverem todos prontos, vá colocando-os, aos poucos, na água quente para cozinhar. Conforme forem subindo à superfície, retire-os com uma escumadeira e reserve-os em uma vasilha untada com azeite, para não grudarem.

Coloque os nhoques em uma forma refratária, envolva-os com o molho de sua preferência e sirva-os bem quentes.

*o ponto da massa vai depender do tipo de batata e de quanta água ela absorverá. Se necessário, coloque mais um pouco de farinha (cuidado, não muito) ou molhe mais um pouco. Deve ficar molinha, porém consistente, sem grudar nas mãos.

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Sopas, caldos e cremes

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Qual o seu prato predileto de inverno? Seguindo a ideia de hoje da Rádio CBN, fizemos uma enquete entre amigos e a resposta que ganhou foi: Sopas! Neste frio fora do comum, nada como uma sopa, caldo ou creme para nos aquecer à noite. Pois aqui vão quase quarenta receitas para você curtir o friozinho. Tem receitas tradicionais, criações de nossa autoria e ainda algumas das receitas mais famosas do mundo. Experimente!

Receitas com legumes e outros ingredientes

Creme de aspargos

Caldo de batata doce com alho poró

Creme de batata doce com cebola roxa caramelizada

Creme de baroa com alho poró

Creme de beterraba e batata doce

Creme de couve-flor

Creme de ervilhas

Creme de espinafre

Sopa de feijão branco com cogumelos e frango

Caldo de feijão branco com linguiça

Caldo de frango com arroz e legumes

Sopa de legumes com cogumelos

Sopa de lentilhas

Creme de palmito

Creme de tomates

obs.: Cremes levam leite e/ou creme de leite ou queijo na receita.

 

Receitas tradicionais da cozinha mineira

Vaca atolada  (mandioca e carne)

Canjiquinha com costelinha

Maneco sem jaleco ( fubá, couve, linguiça)

Caldo de feijão

Caldo de feijão fradinho com costelinha

 

Canja de galinha

Creme de abóbora com carne seca

Caldo de fubá com frango e milho verde

 Caldo de Inhame (ou cará) com linguiça

 

Receitas internacionais

Sopa de cebola à francesa – França

Crème aux champignons – França

Consommé aux champignon ( caldo com cogumelos) – França

Creme de feijão branco com gorgonzola – França

Sopa de grão-de-bico à Provençal – França

Caldo Verde – Portugal

Minestrone – Itália

Panhoca com creme de queijo – EUA

Creme de batata com queijo cheddar – EUA

Sopa Borsch – Rússia

Sopa Indochina (caldo de frango com vegetais) – Sudeste Asiático

Caril de frango – Tailândia

Creme Ha Long  (cremes de espinafre e de baroa) – Vietnã

Saladas

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Saladas fazem parte do dia-a-dia de toda pessoa saudável porque as verduras e legumes são importante fonte de nutrientes indispensáveis ao corpo humano. Neste capítulo, separamos as saladas em três categorias: saladas clássicas internacionais, saladas composta e saladas light ( com informações nutricionais e calorias). Veja também dicas e molhos.

Saladas clássicas internacionais 

Elegemos algumas das saladas mais conhecidas no mundo para você servir em casa quando quiser dar uma sofisticada nas refeições do dia-a-dia. E, é claro, quando quiser apresentar uma salada bonita e saborosa aos seus convidados.

Salada Caesar

Americana – alface americana, croutons, bacon, frango desfiado, parmesão ralado e molho caesar

Salada Waldorf

Americana – aipo (ou salsão), maçã verde, nozes e molho supremo

Salada Caprese

Italiana – tomate, muçarela de búfala e pesto de manjericão

Salada Piemontesa

Italiana- peras, nozes, queijo de cabra

Salada Niçoise

Francesa – batata, vagem, ovo cozido, anchovas ( ou atum)

Salada de batatas

Portuguesa – batata, ovo, azeitona preta e cheiro verde

Salada de bacalhau

Portuguesa – bacalhau, batatas, cebola

Salada de feijão fradinho com bacalhau

Portuguesa – feijão fradinho, bacalhau

Salada Alemã de batatas

batata, cebola, salaminho, bacon e molho de mostarda

Salada Grega

tomate, pepino, cebola roxa, queijo feta, azeitona preta e hortelã

Tabule

Árabe – trigo, tomate, cebola e ervas

Salada Árabe

Grão-de-bico, pepino, tomate, cebola, coalhada

Salada Mexicana

abacate, tomate, pimentão amarelo, pimenta, molho tabasco e nachos

Salada Havaiana

abacaxi, queijo prato, presunto, milho, passa branca  e molho supremo

 

Saladas compostas

Varie das mesmas saladas que você come todos os dias. Criamos para você algumas saladas diferentes misturando ingredientes que combinam muito entre si, resultando em saladas coloridas e saborosas.

Com frutos do mar 

Salada Tropical

manga, palmito, brócolis, molho de iogurte com manga; opcional camarões

 Salada Mar e Terra 

camarão, kani, côco, manga, alface americana, iogurte, sorbet de côco

Salada de lulas marinadas

 

Com aves e presuntos

Salpicão de frango

frango, batata palha, maçã, milho

Salada de frango

alfaces, frango, palmito, tomate seco, muçarela de búfala e molho de hortelã

Salada Beverly Hills

rúcula, agrião, melão, uva rubi, presunto de parma, amêndoas, sorbet de frutas vermelhas

Salada de romãs com presunto de parma

presunto cru, tomate, romãs e folhas

Salada de batata com calabresa

batatas, cebola, calabresa

 

Saladas com queijos

Salada de endívias com gorgonzola

alface roxa, endívias, queijo gorgonzola, nozes e romãs

Salada de muçarela, tomatinhos e brócolis

muçarela de trança, tomates cereja, brócolis

 

Saladas vegetarianas

Salada Vegie

cenoura, couve-flor, arroz integral e gergelim

Salada Strelitzia

ervilha de folha, cenoura baby, abobrinha, cogumelo-de-paris, sorbet de limão

Salada Marroquina 

berinjela, pimentão vermelho e amarelo, passas, alho e azeite

Salada Évora

rúcula, pimentões assados, ovos cozidos, alcaparras, azeitonas pretas

Salada de lentilhas e cogumelos

rúcula, lentilhas com pimentão, cogumelos ao creme, moranga, tomate

Salada morna de legumes

beringela grelhada; cenoura, alho poró e abobrinhas; brócolis e tomate grelhado

 

Outras

Salada de cebolas

para acompanhar churrasco

 

VEJA TAMBÉM A PÁGINA DAS SALADAS LIGHT

 

Petiscos e Entradas

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No “Meu caderno de receitas” catalogamos como Petiscos aquelas pequenas delícias que servimos para acompanhar uma bebida quando estamos conversando com nossos amigos em volta de uma mesa. Na França chamam de amuse-guele, na Espanha são os tapas, em Portugal e no Brasil são os tira-gostos e, na lingua inglesa, são os chamados finger foods. Como Entradas, catalogamos os pratos, frios ou quentes, servidos antes do primeiro prato ou prato principal, que também podem ser servidas volantes em um coquetel. Nesta categoria incluímos também os fondues. São mais de 40 receitas para você escolher!

 

Petiscos

Bruschetta de tomate

Canapé de beringela

Canapé de beringela com pimentões /  Canapé de beringela com azeitonas

Salada marroquina

Beringela com pimentões

Canapé de cogumelos

Canapés de queijo

Canapé de alho poró com queijo brie

Guacamole mexicano

Damasco com gorgonzola

Rocambole colorido

Enrolado de pesto ( pão)

Involtini de zucchini ( enroladinho de abobrinha) 

Linguicinha com cidra

Linguicinha ao vinho

Isca de frango com gergelim ao molho agridoce

Lagarto frio

Batatinhas com cebola e linguiça

Espetinho light de tomate e beringela

Enroladinho light de abobrinha com cream cheese

Cogumelos salteados

Conserva de tomatinhos cereja

Conserva de alho

 

Pastas e patês

Chutney de beterraba

Cebola roxa caramelizada

Chutney de damasco

Babaganush ( pasta de beringela)

Homus ( pasta de grão-de-bico)

Patê de tofú

Patê light de couve-flor 

Bolinhos

Bolinho de arroz 

Bolinho de bacalhau

Bolinho de boteco ( mandioca com carne)

Bolinho de espinafre

Bolinho de mandioca

 

Entradas

Causa peruana

Ceviche peruano do La Mar

Ceviche de frutos do mar

Caldinho de moranga com camarão

Rolinho primavera

Cogumelos com tofu

Kibe

Kafta

Espetinhos

Pão colorido da Vovó Lana ( pão recheado)

Torta Pasqualina ( ricota com legumes

 

Fondue

 

 

 

MEU CADERNO DE RECEITAS

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MEU CADERNO DE RECEITAS

Com esta série começamos a organizar as 615 (até agora) receitas deste blog. Veja como: acesse http://www.salcomalho.com e selecione, na coluna da esquerda: Meu Caderno de Receitas. Veja os ítens apresentados – ali você terá todas as receitas separadas por assunto. Veja a setinha do lado direito. Por exemplo, se clicar em PETISCOS E ENTRADAS, irá abrir as receitas desta categoria diretamente, por ordem decrescente de data da postagem. Se seguir adiante e clicar em LISTA, terá a foto e o nome de cada receita já postada.  Nos próximos dias, continuaremos nosso trabalho de categorização e listagem, até completá-lo. E depois, novas receitas virão!

Agora ficará muito mais fácil organizar o seu próprio Caderno de Receitas. Há duas opções: um álbum virtual, guardado no seu computador ou um álbum tradicional, em papel impresso.

Álbum Virtual: crie uma pasta Meu Caderno de Receitas no seu desktop. Baixe as receitas que gostar ( podem ser todas!) em PDF (veja a indicação ao final de cada receita) e organize-as dentro dessa pasta, por assunto. A qualquer tempo, você poderá escolher a receita que quiser e imprimi-la.

Álbum de Receitas Tradicional (como o da foto): compre um arquivo fichário. Baixe, em PDF, as receitas que mais gostar e imprima-as. Organize-as por assunto, como nós fazemos no nosso álbum que você vê na foto acima. Como já são mais de seiscentas receitas, já temos quatro álbuns!

Então? O que está esperando? Hoje já organizamos a seção Petiscos e Entradas para você. Pode aproveitar o fim de semana pra começar seu álbum!

 

Pão sem glúten com linhaça, chia e sementes

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Esta é uma excelente opção para quem quer consumir um produto saudável, sem glúten, rico em sementes nutritivas e excelente para o perfeito funcionamento do intestino. A receita é muito fácil de fazer. Eu costumo fazer duas receitas e, depois de frio, corto o pão em fatias (como pão de forma). Separo-o em quatro partes, distribuídas em sacos plásticos ou enroladas em plástico filme. Deixo uma parte para o lanche, outra na geladeira para usar em até quatro dias e as outras duas guardo no freezer, para uso futuro. Quando for comer, coloque as fatias na torradeira e terá o aroma e a crocância de um pão acabado de sair do forno!

Pão sem glúten com linhaça, chia e sementes

Separe todos os ingredientes. Ao fazer a receita, irá separá-los em 4 partes: o preparo do fermento, os secos, os líquidos e o que vai por cima, na decoração( opcional).

Preparo do fermento: 1 colher de chá de fermento biológico seco, 1 colher de sopa de açúcar demerara (pode ser mascavo), 1/2 xícara de água morna.

Secos: 1 xícara de chá de farinha mix* sem glúten (ou 1/2 xícara de farinha de arroz + 1/2 xícara de fécula de batata), 2 colheres de sopa de farinha de linhaça dourada, 1/2 colher de chá de goma xantana, 1/2 colher de chá de sal, 1  1/2 colher de chá de semente de chia, 1  1/2 colher de chá de semente de linhaça, 1 colher de chá de gergelim branco
1 colher de chá de semente de girassol.

Líquidos: 1 ovo + 1 clara (guarde a gema para pincelar ao final), 1 colher de chá de vinagre (de preferência de maçã), 1 colher de sopa de óleo vegetal.

Para decorar: 1 gema de ovo, sementes de linhaça e de abóbora.

Primeiro prepare o fermento: misture a água morna (tolerável ao toque – se estiver fria não ativa o fermento, se estiver quente pode matá-lo) com o açúcar até que se dissolva. Acrescente o fermento e espere que dê espuma.

Misture os ingredientes secos em uma tigela. Acrescente os líquidos. Por último, junte o preparo do fermento.

Unte uma forma pequena do tipo que se usa para bolo inglês. Se for fazer a receita dobrada, pode utilizar a forma tradicional do tipo para pão de forma. Despeje a massa e espere que cresça (cubra com um pano ou um plástico filme).

Pré-aqueça o forno a 180º.

Leve a forma ao forno e asse por 15 minutos (ou até que cresça bastante). Retire do forno e, rapidamente, pincele a gema de ovo para fixar as sementes, que irá colocar sobre o pão. Volte ao forno, espere terminar de assar (mais uns 10 minutos), cuidando para não queimar as sementes**.

Ao verificar que corou por cima, está pronto!

Quer esta receita impressa? Clique aqui para baixar o PDF e imprimi-lo.

*prefiro a da Amina ou da Beladri

**se preferir, decore desde o início com as sementes e leve ao forno, tampando a forma com uma assadeira, pelos primeiros 15 minutos. Depois, é só retirar a tampa e esperar terminar de assar. Sem este cuidado, as sementes ficarão torradas.

 

Coelho ao caçador

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Pouca gente tem o costume de comer carne de coelho no Brasil. Acredito que as razões são culturais, pois a criação de coelhos, trazidos da Europa, foi introduzida tardiamente no país. Muitos se aventuram a cozinhá-lo tal qual se faz frango ou carne de porco, como não fica bom, passam a dizer que não gostam de carne de coelho. No entanto, sabendo fazê-lo, é um prato delicioso. Esta receita é proveniente da região da Toscana, na Itália, onde coelho é um prato muito comum e apreciado.

Nesta receita, servimos o coelho com nhoque grelhado e cenouras em corte palito, para dar um colorido ao prato.

Coelho ao caçador – com vinho e tomates

Como o tamanho o coelho varia, vamos tomar por base os ingredientes para preparar 1 (um) kg de coelho. Anote: 6 tomates tipo italiano maduros (ou 1 lata de tomati pelati), 1 cebola branca, 1 cebola roxa, 2 dentes de alho amassados (sem a casca, socados), 150 ml de vinho branco, 1 colher de chá de páprica picante, basílico ou manjericão, azeite, sal e pimenta do reino branca.  Vinho branco para a marinada.

Limpe o coelho e corte-o em pedaços. Prepare uma marinada com a cebola branca picada e os temperos verdes frescos de sua preferência, sal e pimenta do reino branca moída na hora. Para esta receita, além do manjericão, piquei salsinha, cebolinha verde e alecrim fresco. Junte vinho branco. Tome um saco plástico, coloque as peças cortadas do coelho, acrescente a marinada. Feche, deixe na geladeira por, no mínimo, 6 horas. Na metade do tempo, vire o saco de lado. Retire da geladeira e deixe voltar à temperatura ambiente.

Caso for usar tomates frescos: faça uma cruz superficial na lateral de cada tomate, com a ponta da faca. Coloque água para esquentar em uma panela. Quando a água estiver fervendo, desligue o fogo e coloque os tomates, um a um, retirando-os rapidamente, assim que a pele se soltar (use um garfão para não se queimar). Retire a pele com cuidado e parta-os em quatro, para tirar as sementes. Corte-os em cubos pequenos.

No caso dos tomates já pelados, retire as sementes, passando-os em um coador. Corte-os em pedaços.

Em uma panela funda, deite azeite e doure os pedaços do coelho. Retire-os e reserve em um recipiente à parte. Na mesma panela, doure a cebola roxa cortada em fatias. Acrescente a páprica e misture bem até incorporar. Pingue um pouco de água quente para a cebola não grudar na panela. Adicione o vinho branco e deixe o álcool evaporar. Acrescente os tomates, o alho e as folhas de manjericão.

Volte com o coelho para a panela e misture tudo. Acerte o tempero e deixe cozinhar, no fogo baixo, por, ao menos, 40 minutos, acrescentando água quente, pelas beiradas, de pouco em pouco,  até o completo cozimento da carne. Não deixe o molho secar, pois a carne deve ficar completamente envolvida no molho. Quando verificar que a carne está macia e o molho incorporado, está pronto!

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obs: sobrou coelho? Desfie a carne e guarde, junto com o resto do molho, no freezer. Quando precisar, terá  um ótimo ragú para rechear um ravioli caseiro.

 

 

Bolo fofo de chocolate

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Nada melhor que um bolo de chocolate daqueles bem fofos! Que a gente tem que comer com garfinho, porque se comer na mão, despedaça. E para quem tem intolerância à glúten e à leite de vaca fica bem difícil comer um bolo assim, a não ser que você o faça! Mas nem dá trabalho, é bem fácil. Só precisa ter os ingredientes certos. Veja os que precisa nesta receita, compre-os e prepare-se para fazer um bolo delicioso! Só tem um problema: acaba em um instante!

Bolo fofo de chocolate sem glúten e sem leite de vaca

Ingredientes para um bolo que rende de 20 a 24 pedaços: 1 xícara de chá de farinha sem glúten, 1 xícara de chá de amido de milho (Maisena), 1 xícara de chá de açúcar refinado, ¾ de xícara de chá de cacau em pó ( aquele chocolate do fradinho), 1 xícara de café de leite de cabra em pó misturado com 1 xícara de chá de água ( ou então, 1 xícara de chá de leite de cabra ou de leite de arroz), ¾ de xícara de chá de óleo de coco ou de milho, 2 colheres de chá de fermento em pó ( tipo pó royal), 1 colher de sopa de mel e 3 ovos. Uma pitada de sal.

Pré-aqueça o forno a 180 graus.

Bata, na batedeira, somente as 3 claras em neve e reserve.

Bata, na batedeira, as 3 gemas junto com o açúcar, até esbranquiçar. Junte o óleo. Bata até ficar homogêneo. Acrescente, aos poucos as farinhas, o leite, o cacau em pó, o mel e uma pitadinha de sal. Bata bem, até obter uma massa lisa.

 

Por último, junte o fermento e misture-o à massa com uma colher grande ou espátula, sem usar a batedeira. Aos poucos, tomando cuidado para a clara em neve não murchar, misture-a com o creme do bolo até que fique uma massa uniforme.

 

Polvilhe uma assadeira média e alta com a farinha sem glúten. Despeje a massa do bolo e leve ao forno por cerca de 40 a 50 minutos ou até assar completamente. Faça o teste do palito, se sair limpo, o bolo está assado.

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Pãozinho de batata doce

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Nestas tardes frias de maio dá tanta vontade de tomar um chá quente e comer um pãozinho recém comprado na padaria! Mas para quem tem intolerância à leite e à glúten não é nada fácil, pois dá a maior tristeza quando passamos por uma padaria: não se acha um único pão que possamos comer! Não se aflija, aprenda a fazer este bolinho! Assim nem precisará ir à padaria e terá, feito por você, um pãozinho quentinho e delicioso à qualquer hora. E mais, se você ama comida fitness, este será um de seus pãezinhos prediletos!

Pãozinho de batata doce

Esta receita rende 24 pãezinhos no formato de pão-de-queijo.

Ingredientes: 1 ½ xícara de batata doce bem cozida e amassada, 1 ½ xícara de polvilho doce, 1 ½ xícara de polvilho azedo, 2 colheres de sopa de azeite, 2 colheres de sopa de biomassa de banana verde. Cúrcuma para dar cor e manjericão e sal para temperar.

Primeiro, pré-aqueça o forno a 200 graus.

Misture todos os ingredientes em uma tigela funda e vá acrescentando água, aos poucos, até formar uma pasta com consistência suficiente para enrolar.

Acrescente cúrcuma (cuidado, é pouco!), manjericão desidratado e sal a gosto. Misture bem.

Molde as bolinhas com as mãos, calculando uma colher de sopa bem cheia para cada pãozinho. Disponha-as em uma assadeira grande, untada com um pingo de azeite. Leve ao forno. Retire após 30 minutos ou quando começar a dourar.

Dica: se quiser congelá-los para uso posterior, disponha-os separadamente sobre uma superfície plana (uma assadeira, por exemplo) e leve-os ao congelador por 3 horas. Depois é só colocá-los em saquinhos plásticos e voltar para o congelador.

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Bacalhau a Gomes de Sá

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Revendo as mais de vinte receitas de bacalhau existentes neste blog, descobri que ainda não foi publicada a receita do famoso Bacalhau a Gomes de Sá. Mas quem foi esse gajo que deu seu nome à receita? Como não é nome de nenhum navegador ou herói nacional português, imaginei que quem inventou esse prato deu a ele seu próprio nome e/ou resolveu homenagear um amigo. Não deu outra! Na internet achei que José Luís Gomes de Sá (1851-1926), comerciante de bacalhau na cidade do Porto, criou a receita e a deu a seu amigo João, do Restaurante Lisboense, no Porto, onde se tornou conhecida.

Bacalhau a Gomes de Sá

Experimente, é fácil e rápido de se fazer (depois do bacalhau preparado). Veja os ingredientes para 2 pessoas: 200 a 300 gr. de bacalhau em lascas, 2 batatas inglesas grandes, 1 cebola branca grande, 1 xícara de café (ou de chá) cheia de pimentão amarelo e vermelho cortado em tiras finas, 1 a 2 dentes de alho bem picadinhos, 2 ovos cozidos e azeitonas pretas. Sal e pimenta do reino à gosto.

Preparo do bacalhau: dessalgue o peixe salgado trocando a água por 2 dias. Afervente-o ligeiramente, passe na água fria e retire pele, espinhas e aquelas partes brancas viscosas que deixam a carne com gosto ruim. Para essa receita, desfaça o lombo do bacalhau em lascas grandes e, se não for usá-lo todo, guarde-o no congelador, embrulhado em plástico, para uso futuro.

Cozinhe as batatas até conseguir enfiar um garfo até o meio. Retire a pele e parta-as em cubos grandes e regulares. Salpique sal. Aproveite a água para cozinhar os ovos até a casca trincar ( por 10 minutos). Enquanto isso, corte os pimentões e a cebola em fatias.Corte os ovos em pedaços grandes e salpique sal.

Deite uma boa quantidade de azeite na panela, o suficiente para preencher todo o fundo. Doure a cebola, junto com o alho e os pimentões. Junte o bacalhau, se necessário coloque mais azeite. Misture tudo, com delicadeza. Prove o sal e a pimenta.

Tome uma travessa e distribua essa mistura, as batatas, os ovos e as azeitonas, de modo que fiquem bem misturados. Use, de preferência, azeitonas portuguesas (aquelas miudinhas e bem pretinhas). Tome cuidado para não partir os ovos. Está pronto!

Pode ser servido com nacos de pão ou com arroz branco.

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Raviólis recheados com banana da terra

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Aprenda a fazer pasta caseira na forma de raviólis. Recheie-os com banana da terra, para variar do tradicional recheio de queijo ( ideal para os veganos e intolerantes). Ficam bonitos e originais se coloridos com suco de beterraba e deliciosos quando temperados com azeite e sálvia. No prato de hoje, o sabor contrasta à perfeição com o forte sabor de mostarda do molho da carne. Receita sofisticada para impressionar os amigos!

Raviólis de pasta fresca caseira recheados com banana da terra, ao molho de azeite e sálvia

Para o preparo de uma quantidade de massa (ou pasta) que serve 4 pessoas separe: 150 gr. de farinha de trigo de grano duro, 150 gr. de farinha de trigo comum, 1 beterraba pequena, 3 ovos, 1 colher de sopa de azeite e 1 colher de chá de sal.

Para o recheio: 3 bananas da terra, 1/2 cebola ralada, 1 colher de sopa de azeite, sal, pimenta branca e gengibre em pó a gosto.

Preparo da pasta:

Descasque a beterraba e corte-a em tiras. Bata no liquidificador com os ovos, até ficar um suco homogêneo.

Se tiver prática no preparo de pastas faça-a diretamente na bancada da cozinha, montando um “vulcãozinho”. (Caso contrário, prepare a massa da pasta em uma tigela, como na foto.

 

Peneire as farinhas, misture-as e disponha sobre a superfície de preparo. Faça um buraco no meio e despeje o suco de beterraba com ovos. Misture levemente com um garfo, adicione sal e azeite. Continue mexendo para incorporar a farinha ao líquido, aos poucos. Quando o garfo não for mais suficiente, ponha a mão na massa!

Misture bem até obter uma massa lisa e homogênea. Se estiver fazendo a pasta na tigela, em um determinado ponto será mais fácil virar a massa na bancada e usar a força das mãos para que a mistura incorpore toda a farinha e fique uniforme. Faça uma grande bola e envolva-a com filme plástico. Deixe-a descansar por, no mínimo, 30 minutos (máximo até uma hora). Se a temperatura do dia estiver muito quente, deixe a massa na geladeira. Porém não se esqueça de retirá-la dentro de meia hora, pois na geladeira perde a umidade e poderá ficar seca.

Aproveite o intervalo para preparar o recheio. Cozinhe a banana com casca até verificar que consegue perfurá-la facilmente com um garfo. Desligue o fogo, retire as bananas e despreze a água. Aproveite a mesma panela: aqueça-a em fogo baixo com um pouco de azeite e adicione a cebola ralada para dourar. Acrescente a banana (já amassada com garfo) e misture até que forme uma pasta. Tempere a gosto com sal, pimenta branca e gengibre. Apague o fogo e reserve (vale bater no processador se não tiver ralado a cebola ou amassado bem a banana).

Passado o tempo de repouso, é hora de abrir a massa. Reparta a bola de massa aos poucos, deixando o restante envolto em plástico filme para não ressecar. Na máquina, ou com um rolo usando a força dos braços, faça largas tiras para que possa cortar no formato desejado.

Se não tiver um cortador redondo, use um copo de vidro. Porcione as bolinhas de recheio e cubra com outro pedaço de massa e corte em círculos.

Dica: o segredo é ir cortando e recheando ao mesmo tempo para que a massa não resseque.
Vá colocando os raviólis na bancada e polvilhando com farinha. Quando terminar, aqueça um pouco de água em uma panela com uma colher de sal e leve-os para cozinhar. Subiu à superfície, está pronto!

Sirva com um molho de azeite e sálvia. Para prepará-lo basta aquecer o azeite e acrescentar as folhinhas de sálvia até que forme um molho aromatizado.

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Cogumelos com tofu

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Tofu é um alimento recomendado para quem tem intolerância ao leite e, consequentemente, aos queijos. Mas é tão sem graça… O jeito é criar receitas misturando-o a outros ingredientes que combinem. E cogumelo combina muito, ainda mais se juntar tomate seco. Ficou uma delícia para servir como entrada.

Cogumelos recheados com tofu e tomate seco

Compre cogumelos grandes, um pedaço de tofu e tomates secos em conserva de azeite.

Tempere o tofu com sal, pimenta, ervas e pedacinhos de pimentão vermelho ( ou amarelo) assado no azeite com ervas (opcional).

Corte os tomates secos em fatias finas bem pequenas. Misture ao tofu temperado, fazendo uma pasta.

Limpe os cogumelos e retire o talo (que é duro). Salteie-os em uma frigideira antiaderente, com um pouquinho de azeite e molho de soja misturados.

Recheie os cogumelos com a pasta de tofu e leve ao forno por 5 a 10 minutos, em uma assadeira untada com azeite.

Sirva quente, acompanhado de pão.

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Bolo de limão e capim santo

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Este bolo é feito especialmente para os alérgicos ao glúten e/ou à lactose ( como eu), mas tanto o leite de arroz como a farinha sem glúten podem ser substituídos por leite de vaca e farinha de trigo (fica mais gostoso, claro!). E você, que é fitness total ou não quer engordar, pode comê-lo sem culpa alguma, porque realmente, se verificar pelos ingredientes, o bolo é muito pouco calórico. Seu sabor, chegado ao limão, é surpreendente e o capim santo possui propriedades excelentes para a saúde.

Bolo de limão e capim santo

Ingredientes: 1/2 maço de capim santo,1 xícara de leite de arroz (ou de amêndoas, ou outro), 1 limão pequeno ou 1/2 limão siciliano (raspe a casca e reserve).

Mais: 2 xícaras de mix de farinhas sem glúten*(ou 1 de arroz + 1 de fécula de batata), 3/4 de xícara de açúcar demerara (ou cristal), 1/2 xícara de óleo,
3 colheres de sopa de linhaça dourada + 6 colheres de sopa de água (ou substitua a linhaça por 3 ovos), 1 colher de sopa de fermento químico.

Separe os ingredientes e pré-aqueça o forno a 200 graus.

Tome o capim santo, corte as extremidades e depois corte ao meio (veja a foto). Coloque uma das metades no liquidificador. Bata com o leite de arroz e o sumo do limão coado.

Misture os demais ingredientes (menos as raspas de limão e o fermento) com o líquido. Adicione as raspas a gosto, para que o sabor de limão não fique muito forte. Acrescente o fermento e mexa para incorporá-lo.

Unte uma forma e despeje o creme. Leve ao forno por 30 minutos ou até verificar que está bem cozido e corado.

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* A melhor é a da Amina, mas pode ser a da Beladri.

 

Sopa creme Ha Long

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Voltando à gastronomia do Sudeste Asiático, cuja série com onze receitas regionais foi publicada aqui no blog nos meses de março e abril de 2017, hoje apresentamos uma receita de influência francesa. Considerando que a França dominou a região da Indochina entre 1887 e 1954, é notável a marca da cultura francesa nos sabores e fazeres culinários do Vietnã atual.

Esta sopa (foto principal) nos foi servida no jantar à bordo do barco Paradise Luxury, no passeio que fizemos na belíssima baía de Ha Long, no Mar da China, Vietnã do Norte.

Se for servir um jantar no inverno, esse prato faz bela figura como entrada.

Sopa creme de espinafre e baroa ( ou mandioquinha)

Na verdade esse prato é montado juntando-se dois cremes diferentes. Assim vamos ensinar como fazer as duas receitas separadamente e depois fornecer a dica de como montar o prato igual ao da foto. Esta receita serve 4 pessoas.

Creme de espinafre

 Ingredientes: 1 molho de espinafre, 1 colher de chá de manteiga, 1 colher de café de sal com alho, ¼ de cebola ralada,1 xícara de leite (se tanto), 1 colher de sopa de amido de milho (maizena) diluído em água. Uma pitada de pimenta do reino branca e outra de noz moscada.

Lave as folhas, sem os cabinhos, e esprema com as mãos o excesso de água. Coloque-as sobre uma tábua e bata com a faca, nos dois sentidos, a fim de triturá-las bem. Aqueça a manteiga, doure o sal com alho junto com a cebola picada. Vá juntando, aos poucos, o leite misturado com o amido de milho e mexendo com uma colher de pau, até obter um creme homogêneo e espesso, no ponto um pouco mais mole do que um purê. Acrescente a pasta de folhas cruas de espinafre e misture bem. Prove o sal e tempere. Retire e bata no liquidificador. Retorne com o creme para uma panela limpa. Antes de servir, junte um pouco de creme de leite sem soro, previamente levado à geladeira para ficar espesso.

Creme de baroa ou mandioquinha

Ingredientes: 2 a 3 baroas, 1 batata inglesa, 1 colher de chá de manteiga, 1 colher de café de sal com alho, ¼ de cebola ralada,1 xícara de leite (se tanto). Uma pitada de pimenta do reino branca e outra de noz moscada.

Descasque e corte em cubinhos a baroa e a batata (deve ficar 2/3 de baroa e 1/3 de batata). Aqueça a manteiga, doure o sal com alho junto com a cebola picada, acrescente a baroa e a batata. Vá pingando água quente até que cozinhem. Retire e bata no liquidificador, para obter um creme. Retorne para uma panela limpa e acrescente leite até obter um creme homogêneo e espesso, no ponto um pouco mais mole do que um purê. Prove o sal e tempere. Antes de servir, junte um pouco de creme de leite sem soro, previamente levado à geladeira para ficar espesso.

 

Na hora de montar os pratos – que são servidos como se vê na foto acima – recorte um papel grosso na medida do prato, revista-o com papel alumínio e coloque-o na vertical dividindo o prato em duas partes iguais. Coloque os cremes, de um lado e do outro. Retire o papel vagarosamente e decore com creme de leite colocado dentro de um recipiente com bico (veja na primeira foto). Adorne com uma folhinha de espinafre.No prato servido no barco colocaram também um cogumelo.

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Arroz com grão-de-bico

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Inventei este arroz para servir junto com a paleta de cordeiro, pois lembrou-me as comidas do Marrocos. Ficou sensacional! Fácil e rápido de fazer, perfeito para ser servido como acompanhamento para carnes de caça, de cordeiro ou de porco, ou então, como uma refeição nutritiva para os veganos.

Arroz integral com cebola e grão-de-bico

Ingredientes para 2 pessoas: 1 ½ xícara de arroz integral já pronto, ¾ de xícara de grão-de-bico já cozido e escorrido, 1 cebola grande, 1 colher de sopa de azeite ou óleo, 1 colher de café de sal com alho. Pimenta do reino à gosto, se gostar.

Dica: deixe, de véspera, o grão-de-bico de molho na água. Escorra a água e coloque para cozinhar (pode ser na pressão, por 10 minutos) com uma boa quantidade de água nova. Para esta receita, deve ficar ao dente.

Corte a cebola em tiras finas e frite no azeite, mexendo com uma colher de pau, até que fique bem corada, de cor marrom claro, sem deixar queimar. Afaste a cebola para os cantos da panela, ponha mais um pouquinho de azeite e frite o sal com alho junto com o grão-de-bico. Junte o arroz já cozido, prove o tempero, junte sal e pimenta a gosto. Misture e está pronto!

Se gostar de paladar adocicado, junte uma colherinha de café de açúcar cristal à cebola quando estiver dourando-a.

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Paleta de cordeiro ao forno

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Preparar uma paleta de cordeiro ao forno é uma garantia de sucesso, pois a carne ficará macia e suculenta. Tem outras vantagens: não enfumaça a cozinha, você não fica cheirando a cordeiro e pode deixar pronto antes dos seus convidados chegarem. Assim pode ficar tranquilamente batendo papo com eles.

Tem um detalhe fundamental: deixar a carne marinando com antecedência.

Na foto, o cordeiro vem acompanhado de arroz com grão-de-bico, nossa próxima receita.

Paleta de cordeiro

Marinada

Ingredientes para uma paleta: 2 xícaras de vinho tinto, 1 cebola grande ralada, 1 colher de chá bem cheia de sal com alho bem triturado, ervas frescas. No caso, colhi da minha horta: salsinha, cebolinha, manjericão e hortelã, e ainda acrescentei tomilho desidratado e herbes de Provence. Pimenta do reino moída na hora à gosto.

Misture tudo e regue os dois lados da paleta. Coloque-a dentro de um saco de plástico junto com a marinada e deixe por 24 horas na geladeira. Vá virando de lado para pegar tempero uniformemente.

Pré-aqueça o forno a 280 graus. Escorra a marinada e limpe o excesso de ervas, pois se ficarem aderidas à carne ficarão pretas ao assar. Unte um tabuleiro com banha de porco ou óleo e coloque a paleta.

Abaixe a temperatura do forno para 250 graus, coloque a paleta para assar e vigie até que fique corada.

Retire do forno, vire para ver se corou igual dos dois lados. Abaixe a temperatura para 200 graus, cubra bem a carne com papel alumínio e volte ao forno. O total do cozimento deve dar em torno de 1h 30’.

Retire e verifique com um garfo se a carne está macia. Estando pronta, retire do forno e deixe-a embrulhada em papel alumínio, enrolada em pano de prato, até a hora de servir.

Se for servir muito tempo depois (e já estiver fria), volte ao forno a 150 graus ainda embrulhada no papel alumínio.

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