Rocambole colorido

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A consagrada combinação de muçarela, tomate seco e rúcula se faz presente neste vistoso aperitivo, fácil de fazer e de bom rendimento. O toque especial é dado pelo creme hollandaise, perfeito para realçar o sabor e dar um toque de cor e brilho.

Procure nas boas lojas de alimentação, tipo delikatessen, o queijo muçarela vendido em manta. Separe 2 mantas para esta receita. Escolha 2 molhos de rúcula com as folhas bem bonitas. Compre 200 gr. de tomate seco. Para o molho irá precisar de manteiga, 2 gemas de ovos e 1 limão siciliano. Estas quantidades são para 2 rolos.

Comece pelo creme hollandaise. Esta é uma maneira adaptada do original, mais fácil e prática de fazer. Derreta 2 colheres de sopa de manteiga no microondas. Reserve. Junte em uma travessinha: 2 gemas de ovos (sem a pele), 1 colher de chá de suco de limão siciliano e 2 colheres de sopa de água, mais sal e pimenta a gosto. Bata com o batedor de ovos, fazendo um 8. Leve esta mistura ao fogo baixo, continuando a mexer, da mesma forma, por 2 minutos. Tire a panela do fogo. Misture a manteiga bem aos pouquinhos, sem parar de mexer, até ficar bem cremoso.

Fica bem mais fácil trabalhar com os tomates secos para recheio se você picá-los e levá-los ao fogo médio com um pouco de água, a fim de formar uma pasta.

Lave os molhos de rúcula e retire as folhinhas. Reserve.

Abra a manta de queijo. Espalhe a pasta de tomate seco. Distribua as folhinhas de rúcula de maneira contínua e uniforme. Regue com o molho hollandaise. Agora enrole bem apertado e passe um barbante em volta do rolo, apertando para tomar a forma circular. Leve à geladeira de véspera. Um pouco antes de servir, retire o barbante e corte em fatias de 1 cm. de espessura. Conserve em geladeira até a hora de servir.

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Bolinho de boteco

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O boteco é uma instituição mineira. Como mineiro não tem praia, a gente se encontra no boteco da esquina (boteco é um bar pequeno, mas tão pequeno, que as mesas e cadeiras ficam na calçada) ou vai até um bar mais adiante para encontrar os amigos. No boteco, a gente bebe cerveja ou caipirinha e não come, petisca. Pra começar sua cozinha é minúscula, tem de fazer comidinhas rápidas e práticas. Se comer um prato cheio, junto com bebida, “empanzina” como diz o mineiro do interior, dá logo sono e se quer ir pra casa. Então se pede um torresminho aqui, uma linguicinha, ali. Logo mais se pede um pastel e um bolinho. E vai-se tarde e noite afora jogando conversa fora…

Esta receita é a típica de comida de bar ou buteco, como diz o mineiro:

Bolinho de mandioca com carne

Escolha uma mandioca da massa amarela, pois são as melhores. Descasque e cozinhe até ficar desmanchando de macia. Amasse um tanto que dê para completar 2 xícaras de chá cheias. Veja os outros ingredientes para o bolinho: 1 ovo, ½ xícara de chá de cheiro verde (salsinha e cebolinha) picadinho, a mesma quantidade de cebola batidinha, 2 colheres de sopa de farinha de trigo, 1 colherinha de café de sal com alho e o mesmo tanto de fermento em pó. Misture tudo para fazer a massa do bolinho. Prove se está bom de tempero. Uma pimentinha é bom.

O recheio tradicional é carne seca ou carne cozida de panela. Desfie a carne bem miudinho.

Para cada bolinho, coloque na palma da mão 1 colher de sobremesa da massa e faça uma bolinha. Amasse-a e coloque no meio 1 colher de café do recheio. Feche com cuidado para não sobrar recheio para fora e dê a forma que vê na foto.

Para fritar, coloque óleo até a metade de uma panela funda. Quando estiver quente, coloque o primeiro bolinho, se espumar é porque está no ponto. Pode colocar uma quantidade de bolinhos de modo a não encostar um no outro. Frite os bolinhos de um lado e depois de outro, sempre mexendo com um garfo. Assim que estiverem coradinhos, retire-os um a um com uma escumadeira e ponha para escorrer numa peneira. Daí passe para secar no papel absorvente.

Sirva quente, acompanhado de azeite ou de um bom molho de tomate, bem espesso e apimentado.

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Homus

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Homus 

Esta é a famosa pasta de grão-de-bico da culinária árabe, que é servida com o pão árabe. Pronuncia-se “Rumes”, com o r arranhando a garganta, como rr. Ideal para aperitivo, como entrada ou para lanche.

Para servir 8 pessoas, você vai precisar de 200 gr. de grão-de-bico cru, pasta de gergelim*, limão, sal com alho e pimenta síria.

O pacote de grão-de-bico vem com 500 gr, então retire 2/5 do pacote. Coloque os grãos de molho de véspera para que cozinhem mais depressa. Para cozinhar na panela de pressão, despeje os grãos na panela e cubra-os com água fria. Depois que a panela começar a apitar, conte o tempo: deve cozinhar cerca de 30 minutos ou até que os grãos estejam desmanchando de tão macios. Escorra os grãos, jogando fora a água do cozimento. Se não tem costume de usar panela de pressão, veja a dica aqui.

Bata no liquidificador o grão-de-bico ainda quente com 2 colheres de sopa de pasta de gergelim*, um pouco de água fria filtrada – o suficiente para que consiga bater os grãos até formar uma pasta da consistência de patê. Tempere a gosto com o suco de 1 limão e 1 colherinha de café rasa de sal e um tico de pimenta síria.

* a pasta de gergelim mais comum de encontrar-se à venda é a Tahine da tradicional marca Istambul, vendida em uma lata amarela e verde. É um produto muito rico em proteínas. Dica: pode ser guardado na geladeira para uso futuro, dentro da própria lata e envolto com filtro plástico.

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Linguicinha ao vinho

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Este é um aperitivo delicioso, bom para acompanhar vinho. É bem fácil de fazer.

Compre a linguicinha especial para aperitivo. Lave e fure cada uma fazendo um pequeno corte com uma faquinha. Coloque-as no micro-ondas para assar por 5 minutos ( atenção: se você não furar a linguiça ela estoura!)

Veja como fazer o molho: misture 1 xícara de café de aceto balsâmico com a mesma quantidade de vinho tinto. Leve ao fogo baixo em uma panelinha. Deixe evaporar o álcool e então misture 1 colher de sobremesa de maisena, previamente diluída em um pouco de água. Cozinhe em fogo baixo por uns 2 minutos e junte a linguiça, cozinhando por mais 5 minutos. Sirva imediatamente, pois à medida que esfria o caldo pode engrossar.

Acompanhe com pão francês ou baguette, natural ou ligeiramente torrado.

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Tabule

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O tabule é uma receita da culinária árabe muito apreciada, pois é uma salada leve e refrescante encorpada com trigo, perfeita para servir como entrada ou refeição ligeira. Os vegetarianos adoram! A proporção da mistura dos ingredientes é o ponto fundamental. E a grande dica é servir junto com alface romana bem fresquinha.

A receita seguinte é para 8 pessoas.

O primeiro passo é colocar o trigo para kibe de molho em água fria por 1 hora. Para 1 xícara de café de trigo coloque 3 xícaras de água. Para esta quantidade de trigo – que depois de hidratado deve dar 1 xícara de chá quase cheia – você vai usar 3 tomates tipo italiano bem maduros, 2 cebolas grandes, 2 maços de salsinha, 1 de cebolinha e outro de hortelã.

Enquanto o trigo está de molho, corte o tomate em quatro, retire o miolo e as sementes, torne a cortar cada parte em quadrinhos bem pequenos (clique aqui para ver dica de como cortar o tomate). Pique a cebola bem miudinha no processador. Deve dar 2 xícaras de chá de cada. Pique a salsinha, a cebolinha e a hortelã o mais miudinho que conseguir. Verifique se completa 1 xícara de chá da salsinha picada, a mesma quantidade da cebolinha e 1 xícara de café de hortelã.

Esprema o trigo com as mãos par tirar o excesso de água. Misture o trigo com os demais ingredientes já picados. Salpique um pouquinho de pimenta síria e um tantinho de sal. Tempere com limão e azeite. Prove o tempero.

Para servir o tabule à maneira libanesa, coloque 1 colher de sobremesa do tabule pronto no meio de uma folha de alface, deite um fio de azeite e enrole como uma trouxinha.

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Canapé de alho poró com queijo brie

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Este canapé é ótimo para servir de entradinha acompanhando espumante, vinho ou whisky. A forminha ideal para o canapé é aquela de massa folhada que você compra pronta em pacotinhos – as da Arosa são excelentes. A receita a seguir é para 30 forminhas.

Você vai precisar de 1 talo de alho poró, 1 colher de sobremesa de azeite ou manteiga, 1 dente de alho pequeno socado com 1 colher de café de sal, 1 fatia de 100 gr. de queijo brie, ½ a 1 xícara de leite, 1 colher de sobremesa de farinha de trigo. Para a cobertura, 1 xícara de chá de queijo minas tipo canastra ralado.

Corte o queijo brie em lâminas finas. Em uma panelinha, torre a farinha de trigo, retire e guarde em uma xícara. Na mesma panela, no fogo fraco, despeje o leite e derreta o queijo. Junte a farinha e mexa até ferver. Acrescente mais leite, se necessário, até obter um creme bem liso da consistência de mingau. Reserve.

Em uma frigideira, doure o sal com alho na manteiga ou azeite e junte o alho poró. Mexa até que frite por igual. Junte o creme. Misture. Prove o tempero, pode acrescentar uma leve pitadinha de noz moscada e outra de pimenta do reino. Verifique o ponto do creme: deve ter uma consistência média, fácil de colocar às colheradas nas forminhas.

Preencha as forminhas com a ajuda de uma colher de café, enchendo-as até ¾ do volume. Cubra com o queijo minas ralado.

Coloque as forminhas em um tabuleiro forrado com papel manteiga ou ligeiramente untado com óleo. Leve ao forno pré aquecido a 180 graus e asse até verificar que o queijo derreteu. Sirva quente.

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Babaganush

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O babaganush é aquela pasta de beringela deliciosa da culinária árabe que é degustada com o pão árabe. Ideal para servir como aperitivo ou para um lanche. Pronuncia-se “babarranush”.

Segredinho especial que passamos para você: como obter aquele gostinho de berinjela defumada que faz toda a diferença! A escolha e o preparo da berinjela são muito importantes. Prefira berinjelas pequenas e gordinhas. Defumar não é nenhum mistério – você poderá fazer este processo no seu próprio fogão a gás.

Para uma porção que serve 8 pessoas: 3 berinjelas pequenas, pasta de gergelim, pimenta síria, 1 a 2 dentes de alho, 2 limões tahiti e sal.

O segredinho: asse as 3 berinjelas direto da trempe do fogão até sentir uma delicioso aroma de berinjela defumada se espalhando por toda a cozinha. Durante o cozimento, vire-as, com cuidado para não se queimar, de modo que assem por igual. Deixe que esfriem e retire com cuidado a casca das berinjelas tirando toda a pele, com os dedos, sob o jato de água corrente.

Coloque no liquidificador os ingredientes na ordem a seguir e bata-os na função pulsar (ou seja, bater para picar mas sem deixar liquefazer): 1 dente de alho, 2 colheres de sopa de pasta de gergelim*, suco de 2 limões, 1 colherinha de café rasa de sal , um tico de pimenta síria e as berinjelas. Coloque a pasta batida em uma travessa, deite um fio de azeite caprichado e enfeite com folhinhas de ervas.

* a pasta de gergelim mais comum de encontrar-se à venda é a Tahine da tradicional marca Istambul, vendida em uma lata amarela e verde. É um produto muito rico em proteínas. Dica: pode ser guardado na geladeira para uso futuro, dentro da própria lata e envolto com filtro plástico.

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Batata – aperitivo ou salada MB

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Batata é sempre fácil de preparar e tem uma infinidade de receitas, inclusive você poderá inventá-las! Se, de repente, seus amigos chegarem na sua casa sem avisar e você quiser aprontar um aperitivo rapidinho, veja se tem batatas na despensa e corra à cozinha para preparar uma dessas receitas.

Batata com ervas

Tanto é ótima para acompanhar uma cerveja como para colocar na Marmita Business e levar para o trabalho junto com uma saladinha de folhas. Basta ter em casa ou comprar batatinhas baby ou batatas comuns, azeite e ervas.

Cozinhe as batatas com casca. As pequenininhas ( ou maiores cortadas em cubos) colocadas para cozinhar na pressão ficam prontas em 10 minutos. Pegue uma dessas embalagens de supermercado redondas com tampa ( veja foto) e coloque as batatas cortadas dentro. Regue com um pouco de azeite e as ervas que tiver: pode ser ervas secas tipo aromáticas ou salsinha e cebolinha, ou manjericão ou alecrim, picados miudinho – o que for do seu agrado. Salpique uma poeirinha de sal. Se quiser, acrescente pimenta do reino ou calabresa ( cuidado!) Se for fazer uma conserva para guardar na geladeira e servir até uma semana depois, pode acrescentar vinagre de vinho branco. Tampe a embalagem e balance bem até misturar tudo. Sirva fria.

Batata com cebola e ervas

Proceda da mesma forma da receita anterior para fazer a batata. Estando esta pronta, pique as cebolinhas em quatro e frite ou asse-as com pouco azeite e um tiquinho de sal. Depois junte-as às batatas.

Batata com linguiça calabresa e cebola

Neste aperitivo, excelente para acompanhar cerveja, chopp, caipirinha ou whisky, junte à receita anterior uma linguiça defumada tipo calabresa para incrementar. Para isto, corte a linguiça e coloque para aferventar em uma frigideira até a água secar. Junte um pouquinho de azeite e salteie ( frite de todos os lados por igual – sabe como? Levante a frigideira do fogo e faça repetidos movimentos para a frente em circular, de baixo para cima). Coloque a linguiça para escorrer a gordura em uma peneira e depois transfira para o papel toalha para ficar bem sequinha. Junte à batata e à cebola. Veja o prato pronto na foto do topo da página.

Ideal também para acompanhar churrasco.

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Kibe

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Kibe é hoje uma das delícias da culinária árabe mais consumidas nos bares e casas de lanche de Belo Horizonte. Herança da imigração sírio libanesa, com certeza! Lembro-me de quando era criança e ia com minha mãe ao centro da cidade. Se eu ficasse boazinha, sem sair correndo sozinha pela rua, ela me levava para comer kibe na Rua dos Caetés. Sempre quis aprender a fazer comida árabe, porém só agora, por causa do blog, achei uma amiga, libanesa de pai e mãe e exímia cozinheira, que se dispôs a me ensinar. Depois de pronto, juro, nunca comi um kibe tão bom na minha vida! Passo a receita em primeira mão:

Kibe cru

Deixe de lado a cisma de não comer carne crua. Você come carpaccio, não é? E, afinal, a carne, seja crua ou cozida, é o mesmíssimo alimento. Abra-se a novas experiências gustativas. Não custa nada provar. Você mesmo irá fazer a receita, sabe bem da procedência da carne e cuidou pessoalmente de sua preservação e preparo. Experimente e irá adorar!

A porção por pessoa é de 100 gr. de carne e 50 gr. de trigo. Peça ao seu amigo açougueiro para moer 2 vezes o miolo de uma carne de boi que tem o nome de patinho. Pese 1 quilo da carne moída. Vai precisar também de 500 gr. de trigo para kibe e 1 maço de hortelã picadinha.

 

Ponha o trigo de molho na água fria por 1 hora. A proporção é de 1 parte de trigo para 3 de água. Escorra o excesso de água e esprema o trigo com as mãos. Misture-o com a carne moída. Dica: molhe suas mãos em água gelada para poder misturar bem a massa; desta forma não grudará nos dedos e facilitará seu serviço. Tempere com 1 colher de chá de sal com alho e a mesma quantidade de pimenta síria. Misture bem. Se você tiver um moedor de carne ou um processador, passe nele esta massa para obter uma pasta fina, pois ficará muito melhor. Veja na foto do topo como servir: deite um fio de azeite por cima da pasta e enfeite o prato com hortelã, que dá um indispensável sabor refrescante. Servido como aperitivo ou entrada, a receita dá para 10 pessoas.

Kibe assado 

Para preparar esta apreciada e famosa receita árabe você vai seguir o mesmo procedimento da receita do kibe cru, com a diferença de que a hortelã será misturada à pasta de trigo e carne. Além dos ingredientes acima citados, vai precisar também de mais ½ quilo da mesma carne moída, 1 cebola pequena, sal com alho e pimenta síria. Enquanto prepara a pasta de carne, trigo e hortelã, pré aqueça o forno, ligado em 200 graus. Reserve a pasta pronta.

Em uma panela, coloque um fio de óleo, doure 1 colher de café de sal com alho e 1 cebola média picadinha. Junte a carne moída. Misture. Continue mexendo até a carne mudar de cor. Assim que corar, desligue. Prove o sal e tempere com um 1 colher de chá de pimenta síria. Reserve.

Tome uma assadeira grande e funda. Unte o fundo e as laterais com um pouco de azeite. Coloque metade da massa de kibe cru. Espalhe bem com os dedos para formar uma camada toda da mesma altura. Por cima, coloque toda a carne moída que preparou na panela. Espalhe igualmente. Cubra com o restante do kibe cru. Espalhe por toda a superfície de forma igual. Passe a faca, cortando em quadrados ou losangos. Leve ao forno por cerca de 1 hora ou até verificar que a carne está corada por cima. Na hora de servir, regue com azeite. Esta receita serve 15 pessoas.

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Kafta

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Kafta 

Esta receita da culinária árabe é preparada à base de carne, cebola e cheiro verde e é ideal para uma refeição leve. Vai muito bem servida com salada, arroz ou pão árabe. Como pode ser servida quente ou fria e dura bastante na geladeira, selecionamos esta receita para a nossa linha Marmita Business, pois você poderá faze-la de véspera ou no final de semana e levar para o trabalho no meio da semana. A receita a seguir serve 8 pessoas, desde que não seja prato único.

Você vai precisar de 1 quilo de carne moída de primeira qualidade. Peça ao seu amigo açougueiro para moer 2 vezes o miolo de uma carne de boi que tem o nome de patinho.

Pique 1 a 2 cebolas em quadrinhos bem miudinhos. Pique 2 molhos de salsinha e 1 de cebolinha o mais miudinho que conseguir. Esta é a receita tradicional mas, se quiser, pode acrescentar 2 a 3 tomates picados bem miudinho. Eu fiz das duas maneiras e gostei mais da que leva tomate.Veja aqui dica de como cortar o tomate.

Pré aqueça o forno na temperatura de 200 graus.

Misture a carne moída com a cebola e o cheiro verde ( e o tomate, se for incluir). Tempere com o suco de 1 limão, 1 colher de chá de chá de sal com alho e a mesma quantidade de pimenta síria. Misture bem e prove.

Tome um pirex de tamanho médio e assente a massa de modo uniforme. Leve para assar por aproximadamente 1 hora ou até ver que a carne está corada.

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Bolinho de espinafre

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Mineiro adora um bolinho. Para servi-los como aperitivo, acompanhando cerveja ou caipirinha, faça-os pequenos e em forma de bolinha. Como guarnição, combina com bife de lombo, carne de panela, frango e por aí vai. Para esta finalidade, pode também moldá-los maiores e alongados, como na foto. É muito fácil de fazer, veja a receita.

Bolinhos de espinafre

Vai usar um molho de espinafre, 1 ovo, 1 xícara de farinha de trigo, sal e alho. Para a fritura, usará 3 xícaras de óleo, que será reaproveitado. Vai precisar de 1 bacia pequena de cozinha, 1 batedor, 1 tábua, 1 panela média, 1 escumadeira, 1 peneira de metal e papel toalha.

Retire as folhas de espinafre dos galhinhos e lave-as. Coloque-as em uma panela e leve-as ao fogo com 2 colheres de sopa de água. Tampe a panela e espere que a água evapore, tendo cuidado para a água não secar completamente, pois não pode deixar as folhas escurecerem. Retire as folhas da panela e, sobre uma tábua, bata-as com um batedor até formarem uma pasta homogênea.

Em uma bacia ou travessa redonda, misture a farinha de trigo com o ovo, tempere com 2 dentes de alho amassados com 1 colherinha de café de sal. Junte o espinafre batido e misture bem. Acrescente 1 colher de café de fermento em pó.

Misture tudo e prove o sal. Faça os bolinhos com a medida de uma colher de sobremesa, se for fazer bolinhas para aperitivo ou 1 colher de sopa, se for preparar bolinhos alongados para guarnição. Coloque a colherada de massa na palma da mão e molde-os um a um. Dica: se tiver as mãos quentes e a massa começar a grudar, mantenha uma xícara com gelo a seu lado e vá passando-o nas mãos.

Esquente 3 xícaras de óleo em uma panela funda. Assim que o óleo estiver quente, teste com o primeiro bolinho. Se espumar é porque o ponto do óleo está certo. Coloque os bolinhos para fritar de modo que um não encoste no outro. Assim que corarem por baixo, vire-os. Quando corarem por igual retire-os com a escumadeira e coloque-os na peneira para escorrer. Em seguida, coloque-os sobre o papel toalha, com outra folha por cima até ficarem bem sequinhos.

Sirva-os bem quentinhos.

Para variar, coloque dentro de cada bolinho um quadrinho de queijo minas, fica delicioso!

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Damasco com gorgonzola

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Há paladares que se combinam maravilhosamente bem. Um trio perfeito: espumante bem gelado e damasco recheado com gorgonzola.

Ingredientes: 200 gr. de damasco, 150 gr. de queijo gorgonzola, leite, amido de milho, creme de leite (mantenha sempre uma caixinha na geladeira para o creme ter uma consistência firme quando for acrescentá-lo às receitas). Opcional: gergelim preto.

Escolha damascos claros e macios. Parta-os ao meio sem separar as duas metades, como se corta pão para sanduiche. Reserve.

Para a pasta de gorgonzola: amasse o queijo na temperatura natural com um garfinho. Leve-o ao fogo brando já misturado com ½ xícara de café de leite. Continue juntando leite aos pouquinhos, até formar um creme ralo (como sopa) e homogêneo. Misture 1 colher de chá de amido de milho (maizena) com ½ xícara de café de água fria e acrescente ao creme, mexendo sem parar com uma colher de pau até adquirir uma consistência de purê. Junte o creme de leite gelado na proporção de metade do creme de gorgonzola. Não deixe ferver. Prove o sal; acrescente, se quiser, uma pitadinha de pimenta do reino branca e outra de noz moscada. O ponto final da pasta deve ser firme o suficiente para recheio. Coloque a pasta na geladeira com 2 horas de antecedência. Perto da hora de servir, recheie os damascos.

Enfeite com gergelim preto torrado ligeiramente em uma frigideira.

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Isca de frango com gergelim ao molho agridoce

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Se quer impressionar seus convidados com algo sofisticado, sirva este aperitivo para acompanhar um espumante ou vinho rosé no fim de tarde ou antes do jantar. Rápido de fazer e custa pouco. É perfeito!

Para 4 pessoas: 2 filés de peito de frango, 1 colher rasa de sobremesa de sal com alho, 2 colheres de sopa de gergelim branco, a metade desta quantidade de gergelim preto (pode usar só do branco também), 2 colheres de sopa cheias de farinha de trigo.

Para o molho agridoce de nossa recente criação: 1 colher de chá de cada um destes ingredientes: geleia de fruta vermelha (framboesa, morango, cereja, amora – uma ou mais destas frutinhas), aceto balsâmico, vinagre de vinho tinto, mel; 1 colher de sobremesa de polpa amassada de tomate italiano pelati (de lata); 1 colher de café de gengibre fresco ralado; 1 colher de chá de maizena e ½ xícara de café de água fria.

 

Primeiro, limpe os peitos de frango e passe-os na água fervente. Corte cada um ao meio, do mesmo jeito que você corta um pão francês para sanduiche, abrindo-o ao meio no sentido do comprimento. Deite-os sobre uma tábua e corte as iscas com 1 cm de largura e de 4 a 6 cm. de comprimento, como você vê na foto. Tempere as iscas com o sal com alho e deixe descansar por 15 a 30 minutos.

 

Enquanto pega tempero, faça o molho. Junte a geleia, o aceto balsâmico, o vinagre de vinho tinto, o mel, o caldo de tomate e o gengibre. Misture tudo. Leve ao fogo brando em uma frigideira até desmanchar a geleia. Misture à parte a maizena com a água. Acrescente ao molho e misture sem parar com uma colher de pau até que o molho fique espelhado e no ponto de calda rala. Desligue e reserve.

 

Para o preparo das iscas: pegue um prato raso e espalhe a farinha de trigo; em outro prato, espalhe o gergelim. Passe as iscas de frango, uma a uma, primeiro na farinha de trigo e, em seguida, no gergelim. Veja nas fotos. Para facilitar, espirre com a ponta dos dedos um tico de água sobre o gergelim e misture: vai grudar na isca empanada com mais facilidade.

Ponha uma frigideira funda de tamanho médio no fogo alto e derrame óleo de milho ou girassol até completar 1 cm. de altura. Deixe esquentar. Coloque as iscas para fritar. Para saber se o óleo está na temperatura certa, quando colocar a isca na panela deve espumar. Coloque-as de modo a não encostarem umas nas outras. Enquanto fritam, mexa com uma escumadeira para não grudarem umas nas outras e corarem por igual. Para esta quantidade de iscas, deve fritar de 3 vezes. Entre uma fritura e outra, retire as casquinhas, limpando o óleo. Tire-as com a ajuda da escumadeira e coloque-as em uma peneira para escorrer o óleo. Agora coloque-as sobre um papel absorvente e deixe secarem bem.

 

Sirva as iscas quentes acompanhadas do molho também aquecido. Cada pessoa toma sua isca e molha no molho, à vontade.

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Bolinho de bacalhau

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Para quem pensa que bolinho de bacalhau é quitute de português, está certo, até concordo, por causa de nossa herança cultural. Mas vá procurar bolinho de bacalhau para se comer em Lisboa! Da última vez que lá estive, em abril último, rodei a cidade, seca para comer um bolinho português e só fui acha-lo – depois de procurar em mais de dez lugares – em um bar restaurante fuleiro no Rocio – um bolinho quase só de batata e farinha de trigo. E pior, foi servido frio por dentro! Nem se compara com os bolinhos que se come em qualquer boteco de Belo Horizonte – quentinho, crocante, feito na hora, com verdadeiro gosto de bacalhau. Deliciosos! Pois valeu a experiência- com toda a propriedade agora vou chamar o bolinho de bacalhau de salgadinho mineiro, uai, com muita honra!

Bolinho de bacalhau 

Quando for fazer alguma receita de bacalhau – já temos várias no blog e tenho duas novas já prontas para publicar – guarde as pontas do peixe para o bolinho. Ou então, compre o bacalhau já desfiado – fica melhor ainda!

Uma xícara de chá cheia de bacalhau desfiado irá render 15 bolinhos. Vai usar: 2 batatas bem cozidas e descascadas, 1 cebola pequena bem picadinha, 1 xícara de café de cheiro verde picadinho, ¾ de xícara de café de farinha de trigo, 1 ovo inteiro e 1 colher de café de sal com alho.

 

Simplesmente, misture todos os ingredientes. Faça os bolinhos tomando o conteúdo de uma colher de sobremesa cheia na palma da mão e fazendo uma bolinha; depois achate-a na forma como vê nas fotos.

Coloque uma boa quantidade de óleo para esquentar em uma frigideira. Assim que estiver quente, vá colocando os bolinhos, de modo que o óleo os cubra. Não ponha muitos de uma vez, precisa dar uma distância entre eles para não grudarem uns nos outros. Enquanto frita, vá virando-os com uma escumadeira para corarem todos os lados por igual. Assim que estiverem douradinhos, ponha-os para secar rapidamente sobre papel toalha. Sirva ainda bem quentes.

Para acompanhar uma cerveja ou cachaça mineira, não tem nada melhor!

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Involtini di zucchini

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Por favor, não chame esta receita de canelone de abobrinha perto de uma italiana. Em homenagem à uma das cozinhas que mais adoro, resolvi colocar o nome em italiano, mas é receita da minha casa que eu nem lembro se fui eu que inventei. De toda forma, a gente chama de canelone só porque é enrolada.

 Abobrinha enrolada com carne (pode ser feita com berinjela)

Prepare a carne de panela antecipadamente. Depois, vai precisar de 1 abobrinha grande, molho de tomate caseiro e pesto ( ou azeite e ervas frescas)

 

Desfie a carne cozida miúda e junte molho de tomate, de modo que fique bem molhadinha. Corte fatias finas da abobrinha de comprido, usando um cortador. A abobrinha permanece com casca e sementes. Coloque as fatias em uma panela, salpique um tiquinho de sal e abafe (tampe) só para amaciar e ficar mais fácil de enrolar.

Coloque uma colher de café cheia da carne com o molho dentro de cada fatia e enrole. Disponha os rolinhos em uma travessa refratária. Se tiver pesto* pronto passe sobre os rolinhos. Se não tiver, pique miudinho ervas verdes frescas tipo salsinha, cebolinha e manjericão e salpique sobre os rolinhos. Cubra com um fio de azeite e leve ao forno até ver que a abobrinha está cozida.

Se preferir fazer com berinjela, a receita é a mesma. Porém, não se esqueça que berinjela escurece depressa e depois não presta mais. Para que isto não aconteça, assim que cortar as fatias, mergulhe-as em água. Depois escorra e prossiga o preparo da receita.

* para fazer o pesto: pique as ervas bem miudinho, geralmente é feito com manjericão sozinho, ou com salsinha e cebolinha junto. Misture azeite. Coloque no banho maria ( é quando você coloca uma panela com água fervendo e outra dentro com o que quer fazer, no caso, o azeite com ervas) e deixe ferver em fogo brando por um bom tempo, ou seja, até que o azeite fique verde. Se quiser sofisticar, adicione pinhole (ou nozes/ ou castanha do pará) picado bem miúdo.

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Canapés de berinjela

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Meio chegada na comida árabe, esta receita de berinjela para passar em torradas é fácil de fazer e agrada a todo mundo. Ideal para servir como aperitivo, fazendo aquela horinha necessária antes de servir o que você preparou para os seus convidados.

Canapés de berinjela

Basta ½ berinjela, 3 dentes de alho, 2 colheres de sopa de azeite e 1 colher de sobremesa de ervas frescas picadinhas. Para temperar: 1 colherinha de café de sal, 1 colher de sobremesa de mel. Pimenta do reino e ervas desidratadas, uma pitadinha de cada.

 

Fatie a berinjela no processador e coloque imediatamente de molho na água fria. Pique o alho em rodelinhas. Faça uma misturinha com o azeite, o alho, as ervas e os temperos e junte 2 colheres de água. Escorra bem a berinjela. Disponha em camadas em uma tigela refratária: 1/3 da mistura no fundo, depois ½ das fatias de berinjela, mais 1/3 da mistura, a outra metade da berinjela e cubra com o restante da mistura. Asse a 200 graus por meia hora. Coloque na vasilha que irá servir e deixe esfriar na geladeira. Serve bem de 4 a 6 pessoas.

Se quiser incrementar, pode colocar antes de ir ao forno e misturado: 1 cebola pequena fatiada e/ou passas hidratadas em um pouquinho de vinho ou suco de uva.

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Canapés de berinjela

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Hoje apresentamos dois tipos diferentes de canapés, ambos com berinjela, para você fazer as duas variedades ou escolher a que mais gostar.

A berinjela tem a propriedade de reduzir o colesterol, especialmente o LDL (conhecido como colesterol ruim) e diminuir a ação das gorduras sobre o fígado. É um legume que contém vitamina B5 e sais minerais como cálcio, fósforo, ferro e ainda fibra solúvel. A niacina (vitamina B5) auxilia no funcionamento do sistema nervoso e do aparelho digestivo. Já os minerais cálcio, fósforo e ferro contribuem para a formação dos ossos e dentes, para a construção muscular e uma melhor coagulação sanguínea.

1 – Canapé de berinjela com pimentões

Quantidade de calorias por cada 4 canapés* ou 60 gr + 1 fatia de pão= 27+50= 77

Quantidade de gramas desta receita (sem o pão): 366

Rendimento: 24 canapés

* cada fatia de pão de forma dá para 4 canapés. O pão que usamos tem 50 calorias por fatia.

Ingredientes Quantidade Corte Gramas Calorias
Berinjela 1 pequena Picada miudinho 200 38
Pimentão verde 1/3 médio Picado miudinho 30 6
Pimentão vermelho 1/3 médio Picado miudinho 35 8
Pimentão amarelo 1/3 médio Picado miudinho 35 10
Cebola ½ média Picada miudinho 50 20
Passa branca 10 Inteira 2 6
Passa preta 10 inteira 2 6
Suco de uva 1 col. sobremesa 2
Azeite 1 colher de sopa 8 70
Cheiro verde 1 col. sobremesa Picado miudinho 4

Pique a berinjela como na foto. Coloque imediatamente na água para não escurecer. Pique os pimentões e a cebola também, em quadrinhos bem pequenos. Reserve. Coloque as passas de molho no suco (ou vinho). Pique salsinha, cebolinha e hortelã em partes iguais. Numa frigideira, coloque 1 colher de sopa de azeite e uma pontinha de colher de café de sal com alho. Se gostar de alho, prefira o alho picadinho, no caso, 1 dente. Escorra bem a berinjela e frite ligeiramente junto com a cebola. Desligue, acrescente os pimentões e as passas escorridas. Salpique o cheiro verde e leve ao forno a 180 graus por 5 minutos.

 

 

 

2 – Canapé de berinjela com azeitonas

Quantidade de calorias por cada 4 canapés* ou 60gr+ 1 fatia de pão= 33+50 =83

Quantidade de gramas desta receita (sem o pão): 288

Rendimento: 20 canapés

* cada fatia de pão de forma dá para 4 canapés. O pão que usamos tem 50 calorias por fatia.

Ingredientes Quantidade Corte Gramas Calorias
Berinjela 1 pequena Picada miudinho 200 38
Azeitonas pretas 1 colher de sopa Lascas 10 14
Azeitonas verdes 1 colher de sopa Lascas 10 14
Cebola ½ média Picada miudinho 50 20
Alho 1 dente
Passa branca 10 Inteira 2 6
Passa preta 10 inteira 2 6
Suco de uva 1 col. sobremesa 2
Azeite 1 colher de sopa 8 70
Cheiro verde 1 col. sobremesa Picado miudinho 4

Proceda da mesma forma que da primeira receita, trocando os pimentões pelas azeitonas.

Nossa consultora: nutricionista Letícia Menicucci

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Torta Pasqualina

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Quem já foi à Italia ou mesmo à restaurantes italianos já percebeu que eles gostam de comer em várias etapas. Cada coisa tem a sua hora de vir. Nós brasileiros que gostamos de comer tudo ao mesmo tempo ficamos loucos ao ver esses cardápios com tudo muito bem dividido: Antipasti, Primo Piatto, Secondo Piatto, Contorni….. e por aí vai (em português Antepasto, Primeiro Prato, Segundo Prato, Acompanhamentos). Nessa, passam horas e horas na mesa sem a menor culpa ou pressa. As refeições são mais extensas e completas nos finais de semana ou quando se vai à um restaurante chique em ocasiões especiais. Mas no dia-a-dia em família não deixam de ter pelo menos duas etapas, nem que a primeira seja risotto e a segunda seja apenas presunto! Normalmente é assim: os antepastos variam conforme a estação sendo alguns clássicos o salame, o presunto e os legumes bem preparados. De primeiro prato temos sempre arroz (os risottos), gnocchi, pastas. Na segunda etapa vem as carnes acompanhadas de legumes e salada. O pão acompanha desde o antepasto, com uma pausa para as massas, ficando ali em cima da toalha de mesa, compartilhado por todos, sem prato, esfarelando tudo. Já se imaginou com 10 kg a mais nessa rotina? Pois os italianos cuidam de balancear tudo muito bem. O segredo é não exagerar nas quantidades, comendo um pouquinho de cada. Ah, e não vamos esquecer que depois de tudo isso ainda tem o doce e o café, que é bem curto e bem forte, pra arrematar de jeito. Outra mania interessante dos italianos, que não os deixam engordar é o tal do “due passi”. A expressão, que significa “dois passos”, quer dizer, literalmente, ir dar um passeio, dois passinhos só pra ajudar na digestão.

Pois vamos à receita de hoje que roubei de uma mamma bem tradicional. É uma torta de legumes, servida como Antepasto e normalmente preparada na Páscoa. Bem colorida, ela celebra a chegada da primavera no hemisfério norte e é tradicionalmente feita para levar ao Picnic, podendo ser comida fria.

Torta Pasqualina da Mamma

Esta versão foi ligeiramente alterada por mim, você também pode usar os legumes que quiser. Vai precisar de: um rolo de massa folhada (não vamos usá-lo inteiro), 250gr de queijo ricota, 2 ovos. Os legumes que usei foram: espinafre, brócolis, abobrinha, berinjela, pimentões vermelho e amarelo e tomatinhos cereja.

 

 

Antes de tudo você vai precisar de pré-preparar alguns legumes. Corte os pimentões pela metade, retire as sementes e coloque em uma travessa untada com azeite. Joque mais um pouco por cima e leve ao forno por cerca de 20 minutos ou até que a pele comece a enrugar. Retire do forno e, depois de frios, retire a pele com os dedos delicadamente. Sem a pele, os pimentões ficam mais doces e macios. Cozinhe os brócolis em água quente com sal até ficarem macios. Refogue o espinafre com um fio de azeite até que amoleçam. Quanto à abobrinha e à berinjela, tempere com sal e grelhe, regando um pouco de azeite ao terminar.

Agora vamos à montagem. Coloque a massa folhada sobre a forma untada, ajeitando no fundo e nas bordas e corte o excesso nas bordas. Atenção, deixe um pouco de folga pois ela irá diminuir no forno. A dica da Mamma é: para que a massa não estufe no forno, com a subida do ar quente, faça furinhos com garfos e espalhe bagos de feijão, para fazer peso. Leve ao forno pré-aquecido por cerca de 5 minutos apenas. Enquanto isso, bata a ricota com os ovos, fazendo um creme.

 

Retire os bagos de feijão e guarde para as próximas tortas. Coloque primeiro o espinafre, depois o brócolis. Despeje o creme de ricota e, por cima, enfeite com os outros legumes. Corte os tomatinhos ao meio e distribua-os com os demais legumes. Faça um desenho bem bonito e leve ao forno por cerca de 20 minutos a 180 graus. Sirva quente ou fria que também é uma delícia!

Essa foi a versão da Mamma:

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Lagarto frio, ótima opção para sanduiche

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Esta receita pode, e deve, ser preparada com antecedência e dura uma semana na geladeira em perfeito estado. É uma ótima opção de carne fria para o verão e como recheio de sanduiche vale por uma refeição. Também é bem fácil de fazer.

Lagarto

Além da carne, você vai precisar de sal, alho, temperos, vinho, azeite, vinagre, cheiro verde, cebola, tomate e azeitonas verdes.

Normalmente, você pode pedir no açougue ou comprar no supermercado a quantidade de lagarto que quiser, isto facilita bem.

Prepare uma porção para 6 pessoas, ou seja, considerando 200 gr. por pessoa, pois o lagarto encolhe, você pode comprar 1,2 kg de carne.

Para temperar, pique, soque e misture: 1 colher de sobremesa cheia de sal, 2 a 4 dentes de alho, 2 a 4 folhas de louro, 1 cebola cortada, 1 ramo de salsinha e cebolinha, 1 xícara de café de vinho e outra de azeite ou óleo, 1 colher de café de grãos de pimenta do reino. Fure a carne inteira com um garfo, espalhe com as mãos o tempero em todo o pedaço da carne e deixe-a dentro de um saco plástico na geladeira por uma noite.

Cozimento: coloque a carne e os temperos dentro de uma panela de pressão, cubra com água até ultrapassar 2 dedos a altura da carne e leve ao fogo por cerca de 40 minutos a 1 hora – vai depender da panela e do fogão. Também pode ser feita na panela normal, primeiro fritando a carne e depois pingando água de tanto em tanto. Quando espetar com o garfo e verificar que a carne está macia, deixe a panela aberta por mais uns 10 minutos para o caldo secar um pouco. Retire a carne e deixe esfriar. Reserve este caldo. Despois de fria, fatie a carne o mais fino que conseguir.

Molho tipo vinagrete

Coe o caldo que ficou na panela. Acrescente 1 xícara de café cheia de salsinha, cebolinha e manjericão (ou hortelã) picados miudinho. Pique 1 a 2 tomates bem miudinho, 1 cebola também bem miudinho. Corte a azeitona em fatias ou rodelas.  Misture tudo no caldo. Acrescente ½ xícara de café de azeite e a mesma quantidade – ou menos – de vinagre de vinho branco. Misture.

Escolha uma travessa e faça camadas alternadas da carne fatiada e do molho, terminando com o molho. Deixe na geladeira por  pelo menos, 4 horas antes de servir. Acompanha pão tipo baguete francesa.

Opcão – acrescente pimentão das 3 cores ao molho, picados bem miudinho.

Sal com Alho

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Bolinho de arroz

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Quer coisa mais mineira do que um bolinho de arroz quentinho e crocante? Perfeito para acompanhar uma cerveja ou uma caipirinha, vai bem no almoço e no lanche da tarde. Só tem um detalhe: é uma delicia feito na hora, se guardar, pode até comer depois, mas perde a graça.

Bolinho de arroz

Basta ter 2 xícaras de chá de arroz ( que pode até ser aquele que está há dias na geladeira) e mais 1 ovo, óleo para fritura e temperos.

Bata no liquidificador 1 xícara de chá de arroz com 1 ovo, salsinha e cebolinha verde, sal e alho, pimenta do reino e um pouquinho d’água. Fora do liquidificador, em uma bacia de cozinha, junte esta massa batida com a outra xícara de arroz e misture bem.

Coloque óleo para esquentar em uma panela média, mais ou menos uns 2 dedos. Quando o óleo estiver quente, faça os bolinhos um a um, usando uma colher de sopa. Despeje-os no óleo, um a um, podendo colocar 6 bolinhos para fritar de cada vez. Vire-os de um lado e outro com uma escumadeira, para que fritem por igual até ficarem corados. Retire e deixe que sequem o excesso de óleo sobre um papel toalha. Sirva quente.

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Canapé de cogumelos

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Feriado, fim de uma tarde gostosa de verão, um espumante bem gelado na taça. O que fazer como tira-gosto? Aqui no Brasil dizemos tira-gosto. Não gosto deste termo…tirar o gosto de que? Como se fosse algo ruim…seria tipo uma bebida amarga para se ver livre do gosto? Em francês se usa um termo melhor – amuse-bouche ( diga amîse-buche)– ou seja, agrado à boca, ao paladar.

Aí, sim, temos várias ideias deliciosas para agradar o seu paladar. Já publicamos a receita de brusquetta. Vejamos para hoje…

Canapé de cogumelos

Use aquele cogumelo-de-paris que você compra fresco (embalado na bandejinha de isopor) nos melhores supermercados. Lave e pique miudinho. Pique cebola branca na medida da metade da quantidade do cogumelo. Para ½  bandeja de cogumelos, 2 cebolas devem ser o suficiente.

Frite a cebola com bem pouco azeite. Quando a cebola começar a dourar, afaste-a para a beirada da panela e ponha açúcar cristal no centro, podem ser 2 colheres de sopa. Deixe que derreta até ficar marrom e então misture tudo. Abaixe o fogo e junte o cogumelo e 1 colher de sobremesa de mel. Tampe a panela para deixar que cozinhe (amoleça) sem precisar colocar água. Tempere com gotas de shoyo e de molho inglês. Coloque uma colherinha de café rasa de sal e prove o tempero.  Pode servir tanto quente como frio. Sirva sobre torradas, de preferência feitas com baguette tipo francesa.

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Ceviche

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Champagne, espumante ou vinho branco em um fim de tarde ou noite de verão pedem como acompanhamento um agrado que desperte seus sentidos com um leve aroma marítimo, uma sinfonia de cores e um intrigante sabor cítrico. Experimente esta receita de ceviche, com ingredientes pescados daqui e dali e que afinal se deram bem, em uma perfeita  harmonia de aroma, cor e sabor.

Ceviche

O ideal é que seja feito de véspera ou com, pelo menos, 4 horas de antecedência para que possa marinar. Da parte dos frutos do mar, escolha entre salmão fresco ou peixe branco, camarãozinho rosa, kani e lula; separados, em dupla, trio ou todos juntos, felizes na companhia uns dos outros, desde que os personagens principais sejam peixe e/ou camarãozinho.

Da parte dos vegetais, este trio é imbatível: cebola roxa, cenoura e tomate verde ( sim, todinho verde). Se achar carambola, corte em fatias finas e enfeite com as estrelinhas.

Preparo – Do salmão: coloque o filé do peixe no congelador para ficar mais firme para cortar. O ponto ideal é, estando a carne ainda dura, que a faca deslize com facilidade. Corte reto filés de 1 cm, deite a fatia, torne a cortar em um sentido e depois no sentido contrário de modo a formar quadrinhos de 1x1cm.  Do camarãozinho: lave e tire as tripas; deixe escorrer toda a água. Do kani e da lula : só cortar em tronquinhos de 1 cm.

Corte a cebola roxa em fatias finíssimas, rale a cenoura no ralo grosso e corte o tomate em cubinhos de 1×1 cm (veja Dica – corte de tomates).

Molho para marinar: azeite e vinagre de champagne ou de vinho branco em partes iguais, suco de limão, sal, uma poeira de pimenta rosa triturada. Prove.

Misture tudo em uma travessa de vidro e coloque o molho até o meio, para deixar marinando. Na metade do tempo, troque de posição a porção que ficou embaixo com a de cima. Na hora de servir, escorra um pouco do molho, a conta de deixar os ingredientes molhadinhos, mas não imersos no caldo que se formou.

Sirva bem frio, acompanhado de torradinhas de baguette francesa. Fica lindo e chiquérrimo se colocado em tacinhas de sorvete!  Para dar um toque bem verão, sirva com uma bola de sorbet de limão da Alessa. Perfeito!

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Salada de berinjela marroquina

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Só porque ficamos seduzidas pelas esfirras daquela famosa banca do mercado e decidimos levar algumas de tira-gosto para o almoço de domingo, baixou o espírito. Digo isto porque não temos nenhuma ascendência árabe, nunca nos ensinaram receitas desta culinária e, no entanto, amamos comida árabe! De vez em quando nos metemos a fazê-la. Bem, confabulamos e resolvemos que o menu do domingo seria: salada marroquina de entrada, salada árabe como primeiro prato e depois pernil de cordeiro assado com arroz com lentilhas. Pois não é que todo mundo adorou? Vamos lá:

Salada Marroquina

Nossa intenção era servi-la na mesa, porém, o primeiro que passou pela mesa da cozinha e viu o prato pronto, passou a mão e levou para a varanda. Quando vi, já estavam todos servindo-se da salada junto com pão árabe.

Usando 1 berinjela, ½ pimentão vermelho e ½ amarelo, 3 dentes de alho e um punhado de passas e nozes, dá para servir umas 10 pessoas. Rende, né?

Corte a berinjela: primeiro em fatias redondas de ½ cm, depois faça pilhas com 5 a 6 fatias e corte em um sentido e depois no sentido contrário – assim irá conseguir cortá-la com facilidade em cubinho pequenos e iguais. À medida que for cortando, coloque de molho na água para que não escureça. Agora corte os pimentões ao meio, tire as sementes, corte ao meio no sentido contrário. Coloque sobre a tábua e corte em tirinhas, depois junte as tirinhas e corte no sentido contrário, para que fique picado em cubinhos. Pique o alho miudinho. Escorra a berinjela, junte os pimentões, o alho e mais um punhado de passas brancas e pretas e também nozes. Misture tudo.

Tempero: em 1 xícara de chá com ¾ de azeite, acrescente 1 colher de café rasa de sal com alho,  1 colher de sobremesa de mel, gotas de molho inglês e pimenta do reino moída. Misture bem e despeje metade em uma travessa refratária. Coloque por cima a mistura da berinjela com os outros ingredientes e cubra com o restante do molho de azeite. Leve ao forno, entre 200 e 250 graus, por 20minutos. Espere esfriar para servir.

Perdoem-nos os descendentes de sírios, libaneses e marroquinos se esta receita foi, digamos, mais ou menos inventada por nós. Será com muita alegria que receberemos receitas da legítima comida árabe para fazermos passo-a-passo e publicar. Se alguém quiser nos dar aulas, é tudo o que procuramos faz tempo! Faça contato pelo Facebook!

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Padaria em Casa

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Me lembro que quando pequena, ao voltar da escola no fim de tarde, era sempre a hora de passar na padaria para comprar aquele pão de sal fresquinho. A cena era a mesma: fim do dia, já anoitecendo, o uniforme sujo, a mão também suja, mas eu não esperava nem chegar em casa e já devorava um pedaço de pão ali mesmo. Com a idade passei a comer menos pão, claro, pois não há metabolismo como o de criança. Mas nunca deixei de ser fã de um pão quentinho à mesa. Hoje o pão, mais elaborado do que pão francês, é degustado antes do almoço no final de semana acompanhado de patê, salada, em forma de bruschettas ou mesmo sozinho, como é o caso deste que já vem acompanhado.

Eu fazia uma ideia de que fazer pães era uma coisa um pouco incansável, coisa pra padeiro profissional lá no forno da padaria. Pois foi então que um belo dia estava passeando como quem nada quer na livraria e me deparei com o seguinte livro: “Pães 365”. Nem bem olhei o que havia dentro e já levei para o caixa animadíssima para começar a fazer meus próprios pães. E então experimentei aqui em casa e todos amam quando faço. Esse é um dos mais pedidos:

Enrolado de Pesto

Eu estava errada quando pensei que fazer pão em casa era impossível, mas realmente demanda paciência, ânimo e sobretudo força física. Eu gosto de amassar meus pães à mão.  Acho que assim tem-se um melhor controle do ponto. Fora que é uma delícia, malha o braço e alivia todas a tensões. Se você quiser usar aquela máquina de fazer pão para fazer este serviço por você, vai facilitar muito. Nessas máquinas, há a opção de só amassar o pão e crescer, sem assar. Se você também não gosta daquele formado quadrado que a máquina faz do pão, pode retirar depois do crescimento, dar a forma que desejar e assar em forno convencional.

Então vamos lá: mãos à massa! Prenda o cabelo, vista o avental e arregace as mangas.

Comece a preparar o pão cerca de 3 horas antes de servir. Separe: uma tigela grande, uma peneira fina, uma espátula, um copo medidor, 2 fôrmas de bolo inglês ou duas assadeiras.

Você vai precisar de: 700gr. de farinha de trigo, 2 colheres (chá) de sal, 1 colher (chá) de açucar, 2 colheres (chá) de fermento biológico instantâneo, – ou 1 colher de sopa cheia de fermendo biológico fresco, que você pode pedir o próprio da padaria – 50 ml de azeite, cerca de 400 ml de água morna, 6 colheres (sopa) de molho pesto, óleo para untar, mais farinha para polvilhar.

Peneire a farinha e o sal em uma tigela grande. Junte o açúcar e o fermento instantâneo e misture. Se for usar o fermento fresco, misture os ingredientes secos, depois abra um buraco no meio, dissolva o fermento fresco em parte da água (cerca de 100ml) e despeje. Depois adicione o azeite no buraco formado, depois a água e comece a misturar com a espátula.

Quando a mistura já estiver igualmente molhada, mas ainda sem consistência de massa, polvilhe uma superfície com farinha, despeje a massa sobre ela e comece a sovar. Amasse primeiro apertando com os dedos até ela se tornar uma só. Depois empurre com aquele osso entre mão e punho até esticar, dobre de volta na direção contrária e empurre de novo (veja video). Vá virando, dobrando, empurrando até obter uma massa lisa e elástica, normalmente por cerca de 15 a 20 minutos. Musculação pra que, não é mesmo?

Faça uma bola com a massa e volte com ela para a mesma tigela usada. Deve estar com farinha o suficiente para não grudar. Se não, unte. Cubra com um pano limpo e deixe em local aquecido e e sem vento até dobrar de tamanho, normalmente cerca de uma hora.

Volte e aprecie como o seu pão cresceu! Eu fico feliz como que fosse um filho! Agora sove a massa novamente, dessa vez só por alguns minutos. Divida a massa em duas partes. Agora abra cada porção com a ajuda de um rolo de massa. A dica é polvilhar tanto a bancada como o rolo com farinha, para não grudar. Abra em formato retangular, ou algo que se aproxime disso, de mais ou menos 30 x 20 cm (musculação parte 2). Espalhe o molho pesto regularmente sobre a massa, sem deixar que chegue nas bordas. Depois vá enrolando, como se fosse um rocambole, começando por uma ponta menor. Feche bem no final e nas pontas, pinçando a massa com os dedos de maneira a juntar as partes.

Ajuste o formato dos pães, se necessário, e coloque nas formas, ou sobre assadeiras, sempre untadas. Dica para untar: Pingue um pouco de óleo ou azeite e espalhe com um pincel. Depois jogue um pouco de farinha e vá sacudindo e batendo nas bordas até que a farinha se espalhe. Cubra e deixe crescer novamente até dobrar de tamanho, ou cerca de 30-40 minutos. Enquanto isso, ligue o forno para pré-aquecer a 220º C.

Antes de levar ao forno, faça cortes diagonais por cima dos pães, com cuidado para não cortar muito fundo, e polvilhe um pouco de farinha Asse os pães por 25-30 minutos ou até estarem dourados e crescidos.

Retire da forma e deixe esfriar. Fatie, de preferencia na frente de seus convidados para que sintam o cheiro inebriante e vejam a fumacinha que sai do pão. Afinal de contas, você precisa mostrar que foi realmente você quem fez!

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Bruschetta al pomodoro

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Sal com Alho

Aprendi com amigos na Itália a fazer este canapé que prima pela simplicidade, tanto na receita como no sabor genuíno. Com os italianos tenho aprendido que não precisa complicar nem usar muitos ingredientes para se fazer uma boa comida – o importante é que os ingredientes sejam excelentes.

Sempre temos em casa uma baguete ( pão de sal de formato fino e comprido) dormida (chamamos assim quando foi comprada no dia anterior e passou a noite “dormindo”), azeite, sal e alho. O melhor tomate para a brusquetta é o italiano, aquele em formato de ovo, bem vermelho e maduro. O manjericão você pode colher da sua hortinha, é muito fácil de cultivar até em um vasinho na janela.

Corte o pão em fatias de 1 a 1,5 cm de espessura. Um dica para as fatias de pão ficarem maiores é cortar a baguete na transversal. Se o pão ainda estiver macio, leve as fatias ao forno para que fiquem mais firmes, sem deixar corar.  Enquanto isto, corte os tomates em cubinhos pequenos e pique as folhinhas do manjericão. Numa frigideira, passe um fio de azeite, dê uma mexida rápida nos tomates, acrescente o sal e o manjericão; dê uma revirada e assim que os tomates ameaçarem se desfazer já está pronto. Se os tomates estiverem bem firmes e bem vermelhos, nem precisa ir ao fogo. Tire o pão do forno, disponha as fatias no prato que vai servir. Esfregue um dente de alho sobre cada fatia de pão. Em seguida, com uma colherzinha, coloque os tomates, ainda quentes, sobre as fatias de pão. Simples assim! Sirva  imediatamente. Se quiser deixar pré-preparado, é só dar uma esquentadinha no forno antes de servir.

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