Abobrinha com carne

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Comentando os aspectos da vida diária com nossas amigas, verificamos que cresce a cada dia o número de pessoas que decidiu abandonar fast-food e procurar uma alimentação mais saudável. Muitas delas não têm facilidade para conseguir um restaurante para almoçar perto do trabalho com uma comida de boa qualidade e preço razoável. Acabam comendo uma comida pesada, feita com muito óleo barato, muito sal e conservantes – o que, definitivamente, faz muito mal à saúde. Basta ver a pele do rosto de quem come na rua todo dia, com constantes problemas de acne. Posto o problema, tivemos juntas a brilhante ideia de desenvolver uma linha de refeições leves, saudáveis, fáceis de fazer em casa na véspera- ou em um dia da semana escolhido para cozinhar – que resistam bem a alguns dias de geladeira e que fiquem perfeitas – como recém-feitas – quando voltam à temperatura natural ou são aquecidas em forninho elétrico ou micro-ondas. Um desafio! Mas topamos!  Como esta nova seção do blog Sal & Alho destina-se ao público executivo, escolhemos o sugestivo nome de Marmita Business ou MB

Vamos à nossa primeira receita MB, que como as demais que publicaremos, foi testada e aprovada.

Rolinho de abobrinha recheado com carne cozida

Esta receita é de inspiração italiana. Como todas as outras da linha Marmita Business, foi feita em um dia e comida no dia seguinte no almoço. Se você tiver um forninho ou micro-ondas em seu trabalho, pode esquentar que fica ótima. Testamos também comer os rolinhos frios. Aprovado das duas maneiras!

A carne cozida pode ser preparada em maior quantidade e guardada na geladeira por até 5 dias ou então deixada congelada para uso futuro. Para fazer de 3 a 4 porções de carne, compre 400 gr. de alcatra, patinho ou chã-de-dentro. Misture à parte o seguinte tempero: 1 colher de chá de sal com alho, 1/2 colher de café de molho inglês, 2 colheres de sopa de vinho tinto (ou água) e 1/2 cebola branca pequena. Passe este tempero na carne e deixe-a descansando por 1/2 hora. Para o cozimento da carne: esquente em um caneco 4 xícaras de chá de água. Coloque a carne no fundo de uma panela de pressão( veja como usar) com 1 colher de óleo. Frite bem, até mudar de cor e corar. Despeje então a água fervente e tampe a panela. Depois que começar a apitar conte 45 minutos. Espere a pressão acabar e a tampa cair. A carne deve estar bastante macia. Retire-a da panela. Sobre uma tábua, desfie-a em pedaços usando dois garfos.  A carne está pronta para várias receitas!

Para esta receita, considerando 4 rolinhos para 1 pessoa, separe para o recheio 1 xícara de chá cheia da carne cozida e desfiada. Junte 1 colher de sopa cheia de molho de tomate e 1 colher de café de ervas ( salsinha e cebolinha frescas picadinhas ou erva aromática desidratada). Misture e reserve para rechear as fatias de abobrinha.

Corte fatias finas da abobrinha de comprido, usando um cortador. A abobrinha permanece com casca e sementes. Coloque as fatias em uma panela, salpique um pouquinho de sal e abafe (tampe) por 1 a 2 minutos, só para amaciar e ficar mais fácil de enrolar.

Coloque uma colher de chá cheia do recheio dentro de cada fatia e enrole. Disponha os rolinhos em uma travessa refratária. Cubra com um pouco de molho de tomate e um fio de azeite e leve ao forno até ver que a abobrinha está cozida ( fica translúcida)

Se preferir fazer com berinjela, a receita é a mesma. Porém, não se esqueça que berinjela escurece depressa e depois não presta mais. Para que isto não aconteça, assim que cortar as fatias, mergulhe-as em água. Depois escorra e prossiga o preparo da receita.

Quer esta receita impressa? Já foi publicada anteriormente com o nome de Involtini de zucchini. Clique aqui para baixar o PDF e imprimí-lo.

Tagliatelle com brócolis

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Aqui quem vos escreve é a bloqueira-filha, pois a blogueira-mãe cansou da nossa cozinha e saiu viajando por aí.  Logo logo ela deve dar notícias por aqui. Sabe aquela história de que quando os gatos saem os ratos fazem a festa. Pois é isto que faremos por aqui, sem a nossa supervisora.

Então vamos lá:

Tem dias que dá vontade de cuidar da gente e isto para nós significa, dentre outros, fazer a própria comida. Ter um jantarzinho pronto nos esperando na cozinha é um conforto indiscutível, mas preparar o próprio alimento também tem seu gostinho especial, como de quem toma as rédeas do próprio destino. Mas como esta vontade vem quase sempre sem nenhum planejamento e às vezes também com uma pontinha de preguiça, vamos à um prato bem simples, daqueles feitos com o que achamos na geladeira. Foi o que me ocorreu neste dia:

Tagliatelle ao brócolis e funghi

Você vai precisar de uma panela grande (ou aquela de pastas, com furinhos) um escorredor, uma frigideira grande, uma colher grande, uma faca pequena.

 

Separe os ingredientes: tagliatelle para um (dois a três rolos), brócolis, cogumelos frescos, azeite de oliva.

Coloque a água para ferver e, cozinhe o tagliatelle como de costume. Se o brócolis já estiver cozido, beleza. Se não, coloque em uma panela com um pouco de sal e água até cobrí-los e espere que fiquem macios.

Lave bem os cogumelos e corte-os em fatias finas ou como preferir. Jogue um fio de azeite na frigideira e despeje o cogumelo. Mexa-os com cuidado até que fiquem macios e escuros, soltando um pouco de água. Quando a água dos cogumelos começar a secar, acrescente os brócolis já cozidos e macios e mexa mais um pouco, de maneira que todos os sabores se misturem. Tempere com um pouco de sal e pimenta do reino a gosto. Se a pasta ainda não estiver pronta, desligue. Se você acertou no tempo, escorra a pasta e despeje-a sobre a frigideira, misturando tudo com muito cuidado para que os fios da pasta não se quebrem. Está pronto!

Aproveite e celebre com uma taça de vinho branco.

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Padaria em Casa

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Me lembro que quando pequena, ao voltar da escola no fim de tarde, era sempre a hora de passar na padaria para comprar aquele pão de sal fresquinho. A cena era a mesma: fim do dia, já anoitecendo, o uniforme sujo, a mão também suja, mas eu não esperava nem chegar em casa e já devorava um pedaço de pão ali mesmo. Com a idade passei a comer menos pão, claro, pois não há metabolismo como o de criança. Mas nunca deixei de ser fã de um pão quentinho à mesa. Hoje o pão, mais elaborado do que pão francês, é degustado antes do almoço no final de semana acompanhado de patê, salada, em forma de bruschettas ou mesmo sozinho, como é o caso deste que já vem acompanhado.

Eu fazia uma ideia de que fazer pães era uma coisa um pouco incansável, coisa pra padeiro profissional lá no forno da padaria. Pois foi então que um belo dia estava passeando como quem nada quer na livraria e me deparei com o seguinte livro: “Pães 365”. Nem bem olhei o que havia dentro e já levei para o caixa animadíssima para começar a fazer meus próprios pães. E então experimentei aqui em casa e todos amam quando faço. Esse é um dos mais pedidos:

Enrolado de Pesto

Eu estava errada quando pensei que fazer pão em casa era impossível, mas realmente demanda paciência, ânimo e sobretudo força física. Eu gosto de amassar meus pães à mão.  Acho que assim tem-se um melhor controle do ponto. Fora que é uma delícia, malha o braço e alivia todas a tensões. Se você quiser usar aquela máquina de fazer pão para fazer este serviço por você, vai facilitar muito. Nessas máquinas, há a opção de só amassar o pão e crescer, sem assar. Se você também não gosta daquele formado quadrado que a máquina faz do pão, pode retirar depois do crescimento, dar a forma que desejar e assar em forno convencional.

Então vamos lá: mãos à massa! Prenda o cabelo, vista o avental e arregace as mangas.

Comece a preparar o pão cerca de 3 horas antes de servir. Separe: uma tigela grande, uma peneira fina, uma espátula, um copo medidor, 2 fôrmas de bolo inglês ou duas assadeiras.

Você vai precisar de: 700gr. de farinha de trigo, 2 colheres (chá) de sal, 1 colher (chá) de açucar, 2 colheres (chá) de fermento biológico instantâneo, – ou 1 colher de sopa cheia de fermendo biológico fresco, que você pode pedir o próprio da padaria – 50 ml de azeite, cerca de 400 ml de água morna, 6 colheres (sopa) de molho pesto, óleo para untar, mais farinha para polvilhar.

Peneire a farinha e o sal em uma tigela grande. Junte o açúcar e o fermento instantâneo e misture. Se for usar o fermento fresco, misture os ingredientes secos, depois abra um buraco no meio, dissolva o fermento fresco em parte da água (cerca de 100ml) e despeje. Depois adicione o azeite no buraco formado, depois a água e comece a misturar com a espátula.

Quando a mistura já estiver igualmente molhada, mas ainda sem consistência de massa, polvilhe uma superfície com farinha, despeje a massa sobre ela e comece a sovar. Amasse primeiro apertando com os dedos até ela se tornar uma só. Depois empurre com aquele osso entre mão e punho até esticar, dobre de volta na direção contrária e empurre de novo (veja video). Vá virando, dobrando, empurrando até obter uma massa lisa e elástica, normalmente por cerca de 15 a 20 minutos. Musculação pra que, não é mesmo?

Faça uma bola com a massa e volte com ela para a mesma tigela usada. Deve estar com farinha o suficiente para não grudar. Se não, unte. Cubra com um pano limpo e deixe em local aquecido e e sem vento até dobrar de tamanho, normalmente cerca de uma hora.

Volte e aprecie como o seu pão cresceu! Eu fico feliz como que fosse um filho! Agora sove a massa novamente, dessa vez só por alguns minutos. Divida a massa em duas partes. Agora abra cada porção com a ajuda de um rolo de massa. A dica é polvilhar tanto a bancada como o rolo com farinha, para não grudar. Abra em formato retangular, ou algo que se aproxime disso, de mais ou menos 30 x 20 cm (musculação parte 2). Espalhe o molho pesto regularmente sobre a massa, sem deixar que chegue nas bordas. Depois vá enrolando, como se fosse um rocambole, começando por uma ponta menor. Feche bem no final e nas pontas, pinçando a massa com os dedos de maneira a juntar as partes.

Ajuste o formato dos pães, se necessário, e coloque nas formas, ou sobre assadeiras, sempre untadas. Dica para untar: Pingue um pouco de óleo ou azeite e espalhe com um pincel. Depois jogue um pouco de farinha e vá sacudindo e batendo nas bordas até que a farinha se espalhe. Cubra e deixe crescer novamente até dobrar de tamanho, ou cerca de 30-40 minutos. Enquanto isso, ligue o forno para pré-aquecer a 220º C.

Antes de levar ao forno, faça cortes diagonais por cima dos pães, com cuidado para não cortar muito fundo, e polvilhe um pouco de farinha Asse os pães por 25-30 minutos ou até estarem dourados e crescidos.

Retire da forma e deixe esfriar. Fatie, de preferencia na frente de seus convidados para que sintam o cheiro inebriante e vejam a fumacinha que sai do pão. Afinal de contas, você precisa mostrar que foi realmente você quem fez!

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Caesar Salad – a famosa

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Janeiro, calor, férias! Nada melhor que preparar uma salada refrescante, nutritiva e diferente  destas de todo dia. Selecionamos 15 saladas, entre algumas  conhecidas e outras de minha criação. Para inaugurar nosso festival de saladas escolhemos uma famosa e quase centenária salada que fez muito sucesso em Hollywood nos anos 1930. A versão corrente diz que foi criada pelo chef ítalo-americano Cesare Cardini , proprietário de um hotel restaurante na Califórnia. Contam que, em 1924, ele venceu um concurso gastronômico em Tijuana , no México, com esta salada que, a partir de então, ficou conhecida no mundo inteiro pelo nome de seu restaurante.

Salada Caesar ( diga cízar)

Esta salada tem como base a alface americana, croutons e tempero à base de ovos, mostarda e azeite. A receita que passo para vocês veio de um livro antigo de receitas americano que descobri, por acaso, em um pequeno sebo (loja de livros usados) no interior da Califórnia! Bem, com esta procedência, tem grandes chances de ser a original! Gosto de incrementá-la com frango defumado e queijo ralado.

Salada é feita com intuição. Assim sendo, as quantidades serão sempre sugestivas.  Para a salada básica tradicional:  alface americana, croutons, bacon e molho Caesar.

Lave, tire o excesso de água e pique, com os dedos, as folhas de alface, do tamanho máximo que possa ser levada à boca sem ter que cortar com faca. Compre os croutons prontos ou faça-os torrando fatias de pão de leite em forma, a conta de ficarem endurecidas, e depois cortando-as em quadrinhos. Compre bacon já picadinho ou pique em cubinhos e frite com pouco óleo até ficarem crocantes.

O frango defumado é comprado inteiro e já temperado (da Perdigão); basta assá-lo no micro-ondas e depois tirar a carne dos ossos e desfiá-la em pedaços de tamanho médio – que também possam ir à boca sem precisar partir no prato. Escolha um queijo minas novinho e passe-o no ralo grosso.

Agora o mais importante, o molho Caesar:

Ingredientes: 1 gema de ovo mal cozida (7 minutos), 1 colher de chá de mostarda (aquela igual de tempero de hamburger), a mesma quantidade de molho inglês.  1 colher de café de sal com alho, 4 colheres de sopa de vinagre de vinho e 1 colher de sopa de suco de limão. Misture 1/2  xícara de chá de azeite com 1/3 de xícara de óleo. Agora coloque a gema no liquidificador, ligue-o na potência mais baixa e vá adicionando a mistura de óleo bem devagarinho, até que forme um creme da consistência de  maionese ( aliás, é a própria) . Sem parar de bater, adicione os outros ingredientes pouco a pouco. Quando o creme estiver homogêneo, o molho está pronto! Pode guardar na geladeira, pois esta quantidade é suficiente para muitas saladas.

Para montar a salada: forre a travessa com a alface, salpique o molho com a ponta de uma colherzinha, de modo que fique bem espalhado. Cuidado, não exagere porque o molho tem um sabor forte. Cubra com o frango, os croutons, o bacon e o queijo ralado. Repita até terminar. Sirva fria.

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Spaguetti a bolognesa

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Sal com Alho

Se tem uma pasta que todo mundo adora e que te salva a vida quando você está faminto em uma terra de comidas estranhas, como Istambul, Nova Delhi ou Shanghai e oba! acha uma cantina italiana!!! e que, por aqui, é o macarrão que salva a família da fome de domingo à noite, é o..

Spaghetti a bolognesa!

O preparo da pasta é muito  fácil e rápido – veja Dicas – Cozimento de pastas.

Para o molho, basta misturar, numa  frigideira larga, um suculento molho de tomates caseiro ou comprado pronto tipo pomarola com uma carne moída muito bem feita. A carne para o molho bolognesa sempre leva na receita uma quantidade de tomate e de cebola em partes iguais que, juntas,  equivalem à metade da quantidade de carne. Depois de pronta você ainda vai juntar um pouco de água e o molho de tomates e deixar cozinhar uns cinco minutos. Prove o sal e, pelo amor de deus, não ponha extrato de tomates, ketchup nem mostarda! Isto é um pecado mortal para qualquer comida italiana.

Assim que escorrer bem a pasta cozida – ao dente – vá tirando punhados com os dedos, desfazendo os novelos e misturando ao molho com um garfão. Se achar que ficou seca, acrescente um pouco de azeite e torne a mexer. Sirva numa travessa funda com queijo parmesão ralado à parte. Agora coloque um avental bacana e um chapéu daqueles de chef, um CD de tarantela ou do Poderoso Chefão e surpreenda!

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Bruschetta al pomodoro

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Sal com Alho

Aprendi com amigos na Itália a fazer este canapé que prima pela simplicidade, tanto na receita como no sabor genuíno. Com os italianos tenho aprendido que não precisa complicar nem usar muitos ingredientes para se fazer uma boa comida – o importante é que os ingredientes sejam excelentes.

Sempre temos em casa uma baguete ( pão de sal de formato fino e comprido) dormida (chamamos assim quando foi comprada no dia anterior e passou a noite “dormindo”), azeite, sal e alho. O melhor tomate para a brusquetta é o italiano, aquele em formato de ovo, bem vermelho e maduro. O manjericão você pode colher da sua hortinha, é muito fácil de cultivar até em um vasinho na janela.

Corte o pão em fatias de 1 a 1,5 cm de espessura. Um dica para as fatias de pão ficarem maiores é cortar a baguete na transversal. Se o pão ainda estiver macio, leve as fatias ao forno para que fiquem mais firmes, sem deixar corar.  Enquanto isto, corte os tomates em cubinhos pequenos e pique as folhinhas do manjericão. Numa frigideira, passe um fio de azeite, dê uma mexida rápida nos tomates, acrescente o sal e o manjericão; dê uma revirada e assim que os tomates ameaçarem se desfazer já está pronto. Se os tomates estiverem bem firmes e bem vermelhos, nem precisa ir ao fogo. Tire o pão do forno, disponha as fatias no prato que vai servir. Esfregue um dente de alho sobre cada fatia de pão. Em seguida, com uma colherzinha, coloque os tomates, ainda quentes, sobre as fatias de pão. Simples assim! Sirva  imediatamente. Se quiser deixar pré-preparado, é só dar uma esquentadinha no forno antes de servir.

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Molho de tomates

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Este molho é o maior quebra-galho que você pode ter na cozinha. Serve como base para muitas receitas, é o próprio molho  para um spaguetti al sugo, pode fazer um Bloody Mary fantástico e até uma deliciosa sopa creme de tomates.

O segredo são os tomates, que devem ser do tipo italiano e estarem absolutamente maduros. Para 10 tomates, junte uma cebola grande, ½ xícara de café de azeite, 3 dentes de alho, ½ xícara de café de ervas frescas: salsinha, cebolinha e manjericão. Não ponha sal nem açúcar.

Em uma panela grande, refogue tudo no azeite. Coloque água quente até tampar a mistura e deixe cozinhar no fogo baixo. Se o molho começar a secar, vá pingando água, sempre fervendo, até que os tomates fiquem cozidos. Espere esfriar e bata tudo no liquidificador.

Ponha no congelador em pequenos potes de plástico e vá passando para a geladeira à medida do uso.

O molho não tem tempero porque se você adicioná-lo a uma receita que já está temperada pode ficar muito salgado e lembre-se que sal e/ou tempero demais não tem jeito de tirar!

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