Saladas para acompanhar churrasco

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Não só para acompanhar carnes feitas na brasa ou carnes frias – em que vem a ser uma excelente combinação – como também para uma salada mais picante para variar o seu dia-a-dia, veja como fazer estas saladas que têm como destaque a cebola marinada. Primeiro veja como preparar cebola marinada.  Prepare o vinagrete. Para cada cebola grande a medida é:  uma colher de sobremesa de azeite, uma colher de chá de vinagre, uma colher de café de suco de limão, uma pitadinha de sal, 1/2 dente de alho inteiro, 1 colher de café de ervas (salsinha e cebolinha). Pode ter um pouquinho de alecrim e de sálvia e também de pimenta tipo biquinho, malagueta ou dedo-de-moça, se gostar ( cuidado, pouquinha). Misture tudo e reserve. Pique ou fatie as cebolas descascadas como quiser. Coloque o vinagrete em uma tigela de vidro ( ou pote com tampa) e junte as cebolas. O vinagrete deve ficar acima do nível das cebolas. Cubra com um filtro plástico e leve à geladeira de um dia para o outro. Três preparos:

1- Pique cebolas brancas e roxas e misture-as ao vinagrete. Capriche nas ervas, como, por exemplo, no alecrim. Deixe por, no mínimo, 24 horas na geladeira antes de servir. Opção: eu prefiro dar uma amaciada nas cebolas junto com o alho no azeite antes de misturá-las ao vinagrete. Neste caso, não coloque azeite nem mais alho no vinagrete. 2- Cozinhe feijão branco ou favas até os bagos ficarem ao dente (cozidos mas bem firmes). Misture com o vinagrete, feito com azeite, vinagre, sal, alho, salsinha e cebolinha. Fica interessante se feito com coentro no lugar da salsinha. Nesta receita, pique miudinho a cebola roxa e junte azeitonas verdes picadas ao final. 3 – Faça o vinagrete com cebolinhas baby. Depois de pronto e curtido, já na hora de servir, misture-o com tomates cereja cortados e azeitonas pretas. Ideal para servir com carnes frias, tipo lagarto. 

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Mousse de limão, com afeto

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Com açúcar e com afeto, fiz seu doce predileto…”- quem se lembra dessa música? Pois foi com esta velha canção bailando na minha cabeça que preparei para alguém especial esta suave sobremesa, muito fácil de fazer e perfeita para o verão. Sempre tenha em casa leite condensado e creme de leite. Ovos e limão também sempre tem lá na porta da geladeira, verifique. Então junte tudo e vamos começar. Além disto, você vai precisar também de um pacotinho de gelatina em pó.

Coloque em uma xícara de café metade do pó de um pacotinho de gelatina de 15 gr, complete com uma colher de sopa de água e deixe por 5 minutos para hidratar. Em seguida, leve esta misturinha ao forno micro-ondas por 15 segundos, ou a conta de começar a querer ferver. Reserve. Bata no liquidificador 1 lata (ou caixinha) de leite condensado e 1 lata (ou caixinha) de creme de leite junto com o suco de 3 limões. Reserve. Bata, à parte, 3 claras até o ponto de neve bem durinha.

Raspe a casca de 1 limão. Reserve. Junte o creme batido no liquidificador com as claras em neve e mexa levemente (no sentido de baixo para cima e vice-versa) com a ajuda de uma espátula, sem ficar rodando o creme na tigela. Junte a gelatina dissolvida e a metade das raspas de limão, incorporando tudo delicadamente.

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Despeje a mousse em uma compoteira e leve-a para a geladeira. Quando já estiver consistente, espalhe o restante das raspas de limão para enfeitar.

Caribe – coquetéis II

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Tudo pelo blog! Quanto esforço! Continuo a bordo do Norwegian Gateway em um cruzeiro de 7 dias pelo Caribe Leste, com a proposta de tomar dois coquetéis por dia, testá-los e escrever a receita dos melhores para vocês.  Com a assessoria dos simpáticos garçons indonésios – com os quais já fiz amizade – escolho um drink antes do almoço tomando sol na beira da piscina com vista para o azul do Mar do Caribe e  outro à noite, no bar ou na boate, ao som de reggae, jazz…e outras variedades musicais dançantes. Vamos aos coquetéis testados e aprovados que lhes envio hoje. Para variar, escolhi um coquetel com gim e outro com vodka.

Sapphire

Sapphire Peach Collins

O gim, cuja origem vem do século 17 nos Países Baixos, é uma bebida destilada de forte teor alcoólico feita a partir de cereais e de zimbro. Ao líquido que sai do alambique é adicionada água destilada e aromatizantes frutais, como cássia, laranja, amêndoa, lírio ou álamo.

O Bombay Sapphire Gin usado neste coquetel é um gim do tipo London Dry, bem seco. Há muitos anos, apaixonei-me pela cor azul cristalina desta bebida e comprei uma garrafa. Era tão linda que passei anos guardando-a intacta no bar. A verdade é que não achei graça nenhuma na bebida, pois é tão forte que parece álcool puro – ou seja – achei melhor deixar a linda garrafa decorando o bar. Neste drink o gim é suavizado com suco de pêssego, o que lhe dá a cor azul piscina. A receita leva também um licor especial de flores maduras.

Prepare o coquetel batendo uma medida de suco concentrado de pêssego na coqueteleira com uma colher de café de suco de limão. Junte uma dose do licor Saint Germain Elderflower. Derrame a mistura em um copo alto de boca larga e adicione a dose de Bombay Sapphire. Dois ou três cubos de gelo, uma misturadinha de leve e o coquetel está pronto, apresentando um tom de azul maravilhoso – repare na foto! Ao fundo, a excelente banda de reggae jamaicana Groove International.

O nome Collins só pode ser uma homenagem à famosa avenida de Miami Beach.

305 Cosmo

305 Cosmo

Como o drink leva vodka, a intenção deve ter sido a de homenagear a espaçonave de mesmo nome da oitava missão à Lua do projeto russo Kocmoc, lançada em 1969. Mas a tal nave não conseguiu entrar na órbita lunar e reentrou na atmosfera terrestre dois dias após seu lançamento. A cor vermelha, é claro, lembra a cor da bandeira russa. A vodka usada foi a Voli Lemon.

Uma bebida típica da região do Caribe é o licor Curaçao. O Triple Sec é uma variedade aromatizada com a casca seca de laranjas doces e amargas.

Bata na coqueteleira 1 dose de suco de cranberrie ( aquela frutinha vermelha americana) e 1 colher de café de suco de limão. Junte uma dose de Triple Sec e outra de vodka. Despeje em um cálice como os de servir marguerita – já com o sal na borda. Enfeite com uma rodela da casca de limão siciliano.

Ao fundo, na boate que apresenta finalistas do Grammy Awards, a cantora Shannon McNally, que encantou a plateia cantando velhas canções dos estados sulinos dos EUA.

Cosmo Recipe

 

 

 

Coquetéis caribenhos I

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Um dos meus prazeres a bordo do Norwegian Gateway, navegando pelo Mar do Caribe, foi escolher e acompanhar o preparo dos deliciosos, coloridos e refrescantes coquetéis servidos nos bares do navio. Em seguida, escolhia o melhor ângulo para uma bonita foto e passava à parte melhor: beber devagarinho, apreciando o sabor. Sempre tinha algum curioso observando e aproveitava a ocasião para puxar conversa. Assim mais pessoas – americanos, sul-americanos e europeus – ficaram sabendo deste blog e passaram a acompanhá-lo e a mandar sugestões. Aqui vão algumas das receitas e as fotos para você prepará-los em casa para os amigos.

Crusoe

Para uma quente manhã de sol, uma boa pedida leve e refrescante é o coquetel cujo nome é uma homenagem ao lendário Robinson Crusoe, personagem do romance de Daniel Defoe publicado em 1719. Único sobrevivente de um naufrágio, Crusoe narra suas aventuras durante os anos vividos em uma ilhota remota do Caribe.

O drink é feito com 1 dose de rum – o indicado é o Organic Silver- misturado com o suco coado de 1/4 de limão tahiti e adoçado com néctar de agave. Este adoçante é indicado para o preparo de bebidas pois dissolve-se com facilidade e não deposita no fundo do copo como o açúcar. É um preparado feito a partir da agave azul ou tequilana, planta muito comum no México, que é também a matéria prima para a fabricação da tequila.

Pineapple Coconut Mojito

Uma delícia inspirada no tradicional Piña colada, coquetel criado no final da década de 1950 em San Juan. Enquanto neste drink portoriquenho usa-se o leite de côco, no drink servido nos bares do Norwegian Gateway usa-se o Bacardi Rock Coconut, um destilado de rum com essência de côco. Misture, na coqueteleira, 1 dose deste rum com 1 colher de sopa de polpa de abacaxi,1 colher de café de suco de limão e 1 colher de café de melado de cana (pode adoçar com açúcar mascavo ou cristal). Verta a mistura no copo, acrescente 1 dose de club soda e junte cubos de gelo até completar o copo. Como enfeite, use um raminho de hortelã.

Raspberry Guava Mojito

Uma variação bem original do mojito ( pronuncia-se morrito) que seduz pela cor vibrante e pelo aroma. Bem própria para um drink servido no Caribe, entre as duas Américas. É uma feliz e bem dosada mistura do delicado sabor das frutas vermelhas da família dos “berries” do hemisfério norte com o sabor acentuadamente doce das frutas tropicais do hemisfério sul – no caso, a nossa conhecida goiaba vermelha.  Macere, em um pilão de madeira, 3 framboesas com 3 folhinhas de hortelã e 1 colher de chá de açúcar de cana.Verta a mistura na coqueteleira e junte 1 dose de Bacardi Superior e 1 colher de sopa de polpa de goiaba. Despeje a mistura coada em um copo de boca larga, misture com 1 dose de club soda e cubos de gelo até completar. Prenda no palito 3 framboesas e coloque-as enfeitando o drink, junto com um raminho de hortelã.

Veja abaixo estas receitas originais e mais outras. Experimente fazê-las!

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Cruzeiro no Caribe – Mojito

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Belíssima manhã na ensolarada Flórida. O imenso magnífico navio Norwegian Gateway solenemente deixa o porto de Miami na direção do Caribe Leste, com mais de 5500 pessoas a bordo em plena festa.

Navegamos por sete dias e sete noites sem nos cansarmos de apreciar o deslumbrante tom de azul do Atlântico Norte e do Mar do Caribe, aportando em Saint Maarten, Saint Thomas, nas Ilhas Virgens Americanas e em Nassau, nas Bahamas. Com doze restaurantes oferecendo culinária internacional e típica, como a creola, a francesa, a italiana e a japonesa, dentre outras – sem faltar a churrascaria brasileira – e mais seis bares e cafés a bordo, a tripulação indonésia responsável pela alimentação ofereceu-nos um festival gastronômico verdadeiramente delicioso.

Na impossibilidade de passar para vocês fotos e receitas dos pratos servidos a bordo, tal a variedade e complexidade, optei pelo tema coquetéis, escolhendo diariamente para beber um drink na piscina pela manhã e outro à noite, nos bares e boates do navio, curtindo um reggae jamaicano, uma bossa nova no piano, um blue ou jazz de New Orleans ou matando a sede entre uma salsa e um samba.

Mojito

Sugarcane Mojito Bar – A história do Mojito

Já no século 16 o “The Draque”, predecessor dos mojitos, era consumido a bordo dos navios corsários da famosa esquadra inglesa de Sir Francis Draque. Tratava-se de uma mistura de destilado grosseiro de cana com suco de limão – para prevenir o escorbuto – acrescido de hortelã e açúcar para melhorar o rude sabor da bebida. Havana estava na rota dos navios e foi ali que Don Fecundo criou o rum, em 1862, causando forte impacto no consumo do tal “The Draque”. A leveza e o complexo sabor do rum superior de nome Bacardi deu então origem ao mojito original. Em 1939, o Bacardi Mojito já havia virado lenda no famoso bar cubano La Floridita. Um perfeito Mojito equilibra técnica e a qualidade dos ingredientes. O objetivo é servir uma bebida refrescante e saborosa, sendo indispensável um rum leve e um acúcar mascavo de fina qualidade para realçar o sabor do limão e da hortelã.

Bacardi Mojito

Para fazer o drink à maneira tradicional, coloque em um pilãozinho de madeira 2 colheres de chá de açúcar mascavo, o suco de um limão tahiti (cerca de 2 colheres de sopa de suco) e 6 a 8 folhas de hortelã. Esprema com o socador para macerar as folhas. Passe para a coqueteleira e acrescente 1 dose de rum Bacardi Superior e a mesma quantidade de club soda. Misture.Transfira o líquido coado para um copo de boca larga. Encha o copo com cubos de gelo e enfeite com uma rodela fina de limão e um raminho de hortelã. Ideal para os dias quentes de verão.

 

 

 

Torta de Limão

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Para seguir a feijoada que preparamos em um domingo desses (aguarde receita no blog) estava em busca de uma sobremesa leve, refrescante e que agradasse à todos. Foi então que lembrei que minha cunhada Lu havia me contado sobre a torta de limão que ela faz e é deliciosa. Nesta torta, temos a combinação perfeita do doce com um azedinho no fundo de seu recheio macio sobre uma massa fininha e leve.

A receita é tão simples que ela sabia de cabeça e já começou a recitar na mesma hora e eu corri para anotar. Agora que descobrimos que é tão simples, o perigo é querer fazer todo final de semana. Então vamos à

Torta de Limão da Lu

Você vai precisar de: um pacote de biscoito maizena, cerca de 200gr de manteiga, três latas de leite condensado, 5 limões, 4 claras de ovo, cerca de 1 xícara de açúcar refinado e raspas de limão. É melhor que os ingredientes estejam em temperatura ambiente: a manteiga fica mais fácil de misturar e as claras ficarão em neve perfeita! Além disto, uma forma de torta com aro removível (a minha tinha 26cm de diâmetro), batedeira, liquidificador e ralador.

Começe preparando a massa de biscoito, triturando os biscoitos maizena no liquidificador. Transfira para um vasilhame e misture a manteiga com os dedos aos poucos até formar uma massa compacta, mas que ainda esfarele. Guarde um pouco da manteiga e unte a forma. Reserve.

Bata na batedeira o leite condensado com o suco dos limões. Vá adicionando o limão aos poucos para testar o azedume perfeito. Está na hora de pré-aquecer o forno.

Agora espalhe a massa de biscoito na forma aos poucos, com muito capricho. Para a forma de 26cm a quantidade de massa foi exata para fazer uma massa super fina, mas que não quebre ao servir. Confesso que dá mesmo medo de não conseguir cobrir tudo, mas ajeita daqui, ajeita dali e no fim dá certo. A dica é colocar uma camada fina nas laterais até a altura desejada (de 4 a 6 cm). Depois, com o que sobrou espalhe sobre o fundo igualmente. Atenção: a tendência é acumular massa na junção na lateral com o fundo. Cuidado para que isto não aconteça, distribuindo os excessos igualmente. Depois despeje o recheio branco de leite condensado e reserve.

Bata as claras em neve na batedeira, ou à mão se preferir. Só depois que a neve estiver formada, acrescente açúcar refinado aos poucos e com cuidado. Não coloque açucar demais senão as claras em neve ficam pesadas e caem. Sem perder tempo, usando uma colherinha, vá tirando o suspiro e colocando-o às colheradas sobre o recheio, decorando como mostra a foto. Rapidamente, raspe o limão por cima e coloque a torta no forno, já aquecido a 200°C. Deixe no forno só a conta de corar por cima, cerca de 20 minutos. 

Coloque a torta na geladeira e deixe para desenformar quando for servir. Dica da Lu: É melhor fazer de véspera porque no dia seguinte fica muito mais gostosa. Eu segui e não me arrependi. Difícil é esperar o dia seguinte para comer.

Mais uma dica da Lu: você pode substituir o suco de limão por suco de maracujá! Pode usar o suco concentrado tipo Maguari ou natural. Guarde as sementes e coloque por cima para enfeitar. Já estamos doidas pra testar!

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Salada Strelitzia

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Inspire-se na natureza exuberante do verão para compor saladas coloridas e refrescantes.  Aproveite os dias ensolarados para almoçar ao lado de um jardim, de preferência que tenha flores, como a bela strelitzia, com seu penacho de pétalas cor de laranja sobre o fundo das folhas verde escuras.

Salada Strelitzia

Escolha ervilhas de folha, cenouras baby, abobrinha e cogumelo-de-paris. Corte as pontas da ervilha, corte as cenourinhas em quatro, fatie em lâminas finas a abobrinha e os cogumelos. Afervente separado a ervilha, a cenoura e o champignon (cada processo leva uns 10 minutos no máximo). Grelhe as fatias de abobrinha diretamente em uma frigideira, sem óleo. Disponha os legumes em uma travessa.

Para o molho: 1 colher de azeite, outra de vinagre branco, gotas de aceto balsâmico e de limão, hortelã picadinha e sal. Salpique sobre o prato.

Para sofisticar e dar um sabor refrescante e delicioso, ouse! Sirva a salada com o sorvete de limão da Alessa Gelato & Caffè. Observe que seu sabor levemente adocicado  contrasta perfeitamente com os legumes e com o molho.

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Deliciosa tarde de verão na Alessa

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Dia destes, nossa querida amiga, proprietária da Alessa Gelato & Caffè, convidou o blog Sal & Alho para uma degustação de sorvetes!!!!

Foi um encontro de amigas, mães e filhas.  Além de termos provado sabores surpreendentes e absolutamente maravilhosos de sorvetes de diversos tipos, foi “aquela” aula sobre o preparo.  Um toque da razão do sucesso da Alessa: profunda paixão e dedicação dos sócios durante 7 anos, matéria prima de primeiríssima e um mestre sorveteiro italiano!

Saímos de lá com uma vontade danada de juntar as ideias. Chegamos em casa e logo preparamos algumas receitas de saladas com sorvete para este verão.  Ficaram deliciosas e claro, super refrescantes.  Estas saladas serão publicadas durante o 2o. Festival de Saladas, em fevereiro.

Agora…rã, rã… vamos matar todos vocês de inveja… só tem um jeito de não ficarem tão tristinhos… ir lá na Alessa muitas vezes!

Degustação de sorvetes da Alessa

Sorbets

São sorvetes feitos a base de frutas e água, sem leite. Para os sensíveis à lactose é um presente do céu! As frutas são compradas de fornecedores especiais e, mesmo assim, são selecionadas uma a uma, pois tem que estar no ponto certo de maturação.  Entre os diversos sabores, foram escolhidos: Limão, Framboesa e Manga com gengibre.

Frutas à base de creme

O leite para o preparo da base vem direto de um fazenda mineira especialmente escolhida, pois precisa ter um percentual de gordura maior que o leite comum.  Isto permite que não se acrescente nenhum tipo de gordura artificial, tipo hidrogenada. Além de conferir muito mais sabor, é mais saudável.  Assim, os sorvetes da Alessa se enquadram no padrão internacional Premium.  Algumas frutas ficam perfeitas nessa base cremosa.  Selecionados para provarmos: Côco, Banana e Amarena. Divinos!

Três cremes

Para aprendermos a distinguir os sabores, serviram os três tipos fundamentais, completamente diferentes: Creme, Baunilha e Iogurte.  Excelentes para acompanhar tortas e sobremesas.

Mineiros

Claro, não podia deixar de ser! Influência da sócia mineira. Acertou em cheio! Fantásticos: Mineirinho (queijo com doce de leite), Romeu e Julieta (goiabada com queijo minas) e Canela (aquele gostinho de leite queimado da roça!)

Italianos

Desta vez, ideias do mestre sorveteiro, que escolheu aqueles que mais adora de sua terra natal: Zabaione, Tiramisu e Mascarpone com frutas vermelhas. Cada um mais sensacional que o outro, sabores inusitados e preparo sofisticadíssimo!

Castanhas

São à base de creme, cada um feito com um processo diferente para guardar o sabor da castanha: o de Pistache, o de Nozes e o de Castanha do caju (este, feito com pequenas castanhas caramelizadas para permanecerem crocantes)

Doces de Leite

3 sabores maravilhosos à base de doce de leite, receita artesanal que mistura o doce de leite mineiro com o argentino.  O doce de leite clássico, o Alessa, que leva doce de leite mesclado, e o Pé de moleque.

 Chocolates

Esta rodada foi a preferida das apaixonadas pelo chocolate, e quem não é? Veio o sucesso da casa que é o Andrea, também o Azteca que é um Sorbet (agradeci de joelho poder me esbaldar de sorvete de chocolate sem lactose, uau!) e o Gianduia (indescritível, o mesmo sabor daquele chocolatinho de papel dourado do Piemonte na Itália)

Doces

A última rodada não foi de sorvetes, mas nem por isto menos deliciosa.  Provamos o doce de leite fabricado pela Alessa, e também dois sabores de Alfajor.

Sobremesa Alessa

Ao terminarmos, ninguém conseguiu chegar a um acordo sobre o seu próprio sorvete predileto; na verdade, saímos da mesmice de pedir sempre a mesma coisa para descobrirmos que nosso paladar se abre com prazer a novas descobertas!

O fato misterioso foi que degustamos uma tacinha de cada um destes sorvetes (epa, 24!) e ainda deu vontade de provar dos outros sabores expostos ali no cardápio da loja.  Aí então foi que eu, que detesto sabores muito doces, daqueles que fazem cosquinha no céu da boca, acreditei que os sorvetes da Alessa são mesmo fabricados com um tipo de açúcar especial, que por ter um sabor mais pronunciado pode ser usado em quantidade muito menor, tornando os sorvetes muito menos calóricos! Outra: também detesto coisa muito gelada, pois me dói o céu da boca; só que os sorvetes Alessa são naturalmente cremosos e consequentemente menos gelados, e também mais intensos pois não têm adição artificial de ar (isto mesmo, injetam ar nos sorvetes industrializados para apresentarem mais volume!). Maravilha, agora é que vou mesmo mergulhar de cabeça nos sorvetes! Não resistimos e levamos para casa caixas e caixas de sorvete, afinal, como contar de nossa aventura gastronômica sem levar nem um tiquinho para quem amamos? Falando nisto, posso dar uma paradinha aqui na nossa conversa pra ir ali na minha geladeira degustar meu sorvete predileto? Hum…te pago um lá na Alessa se adivinhar qual!